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Quando o Amor Vira Armadilha: A Virada da Destino

Capítulo 4 

Palavras: 414    |    Lançado em: 30/06/2025

Tentei manter uma fachada de normali

amos a nossa refeição simp

erdade. O que se p

nalmente vieram. Contei-lhe tudo. O divórcio, as ações, a

cio, o seu rosto a

rrou ela. "Como é que e

pida, mãe. C

Não há nada de estúpido ni

inabalável d

rar o Leo, mãe

erá-lo", corrigi

de esperança pela primeira vez em

ar contra Pedro nos tribunais. Ele tinha os m

maneira. Tinha de expor

stumava dizer sobre os negócios. "M

nha registos de tudo. Talvez houvesse algo n

ertences do meu pai estavam guardados. Estava esc

ixas de documentos, à procu

a pequena pen USB escondida

s de todos os e-mails e transações financeiras da e

meu coração a bater mai

s, muito antes de eu lhe entregar o controlo. Ele tinha estado a levar

de o início. A sua relação não era recente. Tinha começado

profunda do que eu

va. Tinha a arma de que p

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Quando o Amor Vira Armadilha: A Virada da Destino
Quando o Amor Vira Armadilha: A Virada da Destino
“Na sala de reuniões da minha própria empresa, o ar estava gélido. O Pedro, meu marido, sentou-se à minha frente com uma frieza cortante, ladeado pela "irmã adotiva", Sofia, cujo sorriso vitorioso me trespassava. "Eva, já assinei o acordo de divórcio. Só falta a tua assinatura." A voz dele, tão gelada quanto o mármore da mesa, me cortou o coração. Os papéis exigiam que eu entregasse todas as minhas ações da empresa, a herança do meu pai, ao Pedro, sem compensação. A empresa que o meu pai construiu, agora levada ao fundo por mim, dizia ele. "Eva, a empresa está à beira da falência por tua causa. Estou apenas a tomar o que é meu por direito." "O teu por direito? Eu confiei em ti. Dei-te a gestão porque disseste que me amavas." A risada suave da Sofia confirmou o inevitável: "Ele só queria o teu dinheiro e a tua empresa. Porque haveria de precisar de ti agora?" Ele desviou o olhar, o silêncio mais devastador que qualquer palavra. O meu filho Leo, apenas cinco anos? "Vais deixá-lo crescer sem pai?" "O Leo vai ficar comigo. Tu não tens dinheiro, nem casa, nem emprego. Ele vai ter uma vida melhor com a Sofia como sua nova mãe." "Nova mãe?!" Um grito de fúria e desespero. Um estalo. A mão do Pedro agarrou-me com força bruta. "Pede desculpa agora!" "Nunca." Ele expulsou-me. "Estás proibida de ver o Leo. Vou certificar-me disso." Enquanto a chuva me encharcava, uma chamada do hospital: "A sua mãe sofreu um ataque cardíaco. Está em estado crítico. Precisa de uma cirurgia de emergência de 50.000 euros. Pagamento adiantado." Cinquenta mil euros que eu não tinha, pois o Pedro congelara as minhas contas. Vendi o meu anel de noivado por uma bagatela, implorei a amigos que me viraram as costas. Então, o telefone tocou. Era ele. "Eu posso pagar a cirurgia dela. Com uma condição: assina os papéis do divórcio, desiste das ações e desaparece da nossa vida para sempre." A vida da minha mãe ou o meu filho. Uma escolha impossível, cruel, desumana! "Eu assino." Foi a minha voz, mas a decisão parecia rasgar a minha alma. Teria mesmo perdido tudo? Será que a minha dor me tornaria refém para sempre? Não! Eu tinha de lutar. Pelo meu filho, pelo legado do meu pai, pela minha própria dignidade. Havia de haver uma maneira de o Pedro pagar pelo que me fez.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10