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Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura

Capítulo 1 

Palavras: 661    |    Lançado em: 30/06/2025

nvelope pardo. Dentro est

zão," disse ele, com um tom n

e. O papel parecia p

respondi, a minha

ol de Lisboa brilhava intensamen

no corredor. Ele não olhou para mim. Os s

?" pergu

disse eu. "O fil

seu rosto foi imediato e óbvio. Um

ele. "A minha mã

ormou a minha vida num inferno desde

caminhar em direção à saída. "Vou ligar ao meu advogado. O div

Apenas o segui pa

as familiares de Lisboa a passarem. Cada esquina, cada café, um

minha mala. Era uma mens

rreu? Es

. O que pode

arro em frente

sem me encarar. "Mas sê rápida. A minha mãe v

to, que antes era o meu refúgio, a

i foi um par de sapatos de mulher ca

o e a de outra mulher. Era a voz

tou Inês, a sua voz u

-lhe o teste falso que a mãe man

coraçã

teste e

dir nada," continuou Pedro, orgulhoso. "Pensa

rguntou Inês.

uma

era a única maneira de me livrar dela sem lhe dar

som do meu próprio sangue a pulsar

eu bebé. O

o nosso filho

nta, quente e amarga. Abri a p

, os seus rostos uma mi

iretamente

te era

ergunta. Foi

Pedro fic

er? Eu disse para ires

tremer de fúria. "Tu mentiste. Tu fizes

cobardia era a única resp

som oco e

r um divórcio. Mas não vai ser

amento, deixando-os ali

spirei. O ar parecia

o. O meu marido, a m

ham destruído. Eles

fazê-l

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Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura
Contra Tudo e Todos: A Guerra de Laura
“"Seu marido tinha razão", disse o médico, entregando-me o envelope pardo. Dentro, o teste de paternidade confirmava: o feto não era do Pedro. Eu sentia um vazio esmagador. O meu casamento estava acabado e, para ele, a culpa era minha. Pedro já me esperava no carro, com um sorriso de alívio. "Eu sabia. A minha mãe nunca se engana." A Sofia. A mulher que transformou a minha vida num inferno. Ele queria o divórcio e que eu saísse de mãos vazias, "dada a situação". Cheguei ao nosso apartamento, que agora parecia estranho. Vi sapatos de mulher caros na entrada. Ouvi vozes que não eram as minhas. "Ela já sabe?", perguntou Inês, a amante. "Sim", disse Pedro. "Mostrei-lhe o teste falso que a mãe mandou fazer. Ela acreditou em tudo." O meu coração parou. Falso. Era tudo mentira. "Ela vai assinar os papéis do divórcio sem pedir nada", continuou ele, orgulhoso. "E o bebé?", perguntou Inês. "Era mesmo teu?" "Claro que era", respondeu Pedro. "Mas era a única maneira de me livrar dela sem lhe dar um tostão." O meu mundo desmoronou. O nosso bebé foi sacrificado por dinheiro? A raiva ferveu em mim. Eles armaram-me, me humilharam, me fizeram acreditar na pior das traições. Levanto a cabeça, os olhos fixos na hipocrisia à minha frente. "O teste era falso", afirmo, não pergunto. Pedro empalideceu. Ele pode ter-me roubado o amor, a casa, o filho, mas não me vai roubar a dignidade. "Divórcio? Sim, Pedro. Mas não vai ser como tu e a tua mãe planearam." Eles pensavam que iam ganhar, mas mal sabem que esta é apenas a minha declaração de guerra.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10