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A Alergia Fatal

Capítulo 1 

Palavras: 610    |    Lançado em: 30/06/2025

a morrido, o mundo pareceu parar. O hospital estava

um objeto estranho. Encontrámos

co eram claras, mas

O meu marido, Pedro, e eu sabíamos disso. T

s mãos tremiam tanto que mal cons

chamada, a sua voz soa

a? Estou no meio de um

oz falhou. "O Leo.

, que durou apenas um segundo. Depois, o

bolo! Onde está o meu bolo d

da irmã de

ão gelou. B

perguntei, a minha vo

ntir-se em baixo, vim animá-la. O Leo es

um bolo d

um bolo! Ela esqueceu-se da alergia do Leo. Foi um acidente!

va morto, e para ele era apen

o divórc

rer e estás a falar em divórcio? Não tens coração? A Clara já se sente culpada o

s, nunca mais iria respirar, e eu é que precisa

gou na mi

amada foi direta para o correio

o chão do hospital. O som

úmes do Leo. Ela não podia ter filhos, e via o meu filho como u

embrado da alergia do Leo na semana passada,

mília de sangue dele vinha sempre em primeiro lugar. Eu e

z tentasse aguentar. Teria lutado pelo

lutar. Ficar com o Pedro seria como

a dor, o meu telemóvel vibrou no chão. Era

rível. Por favor, não culpes o Pedro. Ele só estava a tentar ser

e eu apoiasse a mulher que

or, uma chama fria e dura. Eles não iam esca

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A Alergia Fatal
A Alergia Fatal
“Quando o médico me disse que o meu filho, o pequeno Leo, tinha morrido, o meu mundo desabou. Ele disse que a causa foi asfixia por um pedaço de noz. Noz. O meu filho era gravemente alérgico a nozes. Enquanto tremia, liguei ao meu marido, Pedro, para lhe dar a notícia devastadora. Mas antes que ele pudesse responder, ouvi a voz da sua irmã, Clara, em pânico ao fundo: "Onde está o meu bolo de nozes?". O meu coração gelou. Bolo de nozes. Perguntei ao Pedro onde ele estava, e ele confessou estar em casa da irmã, que tinha feito um bolo. Ele gritava que era um "acidente" e perguntava por que eu estava sempre a culpar a família dele. O meu filho estava morto, e para ele, era apenas um "acidente". Foi nesse momento que uma raiva fria e cortante perfurou a minha dor avassaladora. Decidi ali mesmo: "Eu quero o divórcio, Pedro." Eles pensam que podem encobrir um assassinato e chamar-lhe "acidente"? Eles pensam que podem subornar-me com compaixão falsa para quem matou o meu filho? Não. Não há dinheiro que pague, nem desculpa que aceite. Eu não queria a paz deles, eu queria justiça. E eu sabia que não tinha sido um acidente. Eu jurava que iam pagar o mais caro possível.”