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A Alergia Fatal

Capítulo 3 

Palavras: 468    |    Lançado em: 30/06/2025

silêncio era esmagador. Cada canto da casa lembrava-me do Leo. O seu pequeno camião

o Dr. Almeida, recomendado por um amig

he ter contado toda a história. "A defesa vai alegar negligência, um aciden

é só pela prisão. É para que todos saibam o que

omeçar a reunir provas. Testemunhas, mensagens, qualquer coisa que pos

u contra ele com unhas e dentes. Não por amor, mas por orgu

emente, alternando ent

sa. Podemos superar isto juntos.

. Substituir o Leo? Como se ele

, Pe

ando-se cruel. "Vou lutar por tudo. Não vais ficar

ndi. "A casa, o dinheiro. Não

u queria, ele não m

ceu condolências, mas recuou quando mencionei tomar me

ga de trabalho da Clara, uma mulher chamada Joana. Ela

Ela gabava-se de como conseguia manipular o irmão para fazer qualquer coisa. E ela

mais depressa. "Ela alguma v

iu encomendar doces com amêndoas. A Clara disse: 'Oh, não podemos ter isso. O meu sobrinho estú

a piada. E

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A Alergia Fatal
A Alergia Fatal
“Quando o médico me disse que o meu filho, o pequeno Leo, tinha morrido, o meu mundo desabou. Ele disse que a causa foi asfixia por um pedaço de noz. Noz. O meu filho era gravemente alérgico a nozes. Enquanto tremia, liguei ao meu marido, Pedro, para lhe dar a notícia devastadora. Mas antes que ele pudesse responder, ouvi a voz da sua irmã, Clara, em pânico ao fundo: "Onde está o meu bolo de nozes?". O meu coração gelou. Bolo de nozes. Perguntei ao Pedro onde ele estava, e ele confessou estar em casa da irmã, que tinha feito um bolo. Ele gritava que era um "acidente" e perguntava por que eu estava sempre a culpar a família dele. O meu filho estava morto, e para ele, era apenas um "acidente". Foi nesse momento que uma raiva fria e cortante perfurou a minha dor avassaladora. Decidi ali mesmo: "Eu quero o divórcio, Pedro." Eles pensam que podem encobrir um assassinato e chamar-lhe "acidente"? Eles pensam que podem subornar-me com compaixão falsa para quem matou o meu filho? Não. Não há dinheiro que pague, nem desculpa que aceite. Eu não queria a paz deles, eu queria justiça. E eu sabia que não tinha sido um acidente. Eu jurava que iam pagar o mais caro possível.”