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A Casa dos Segredos: E a Destruição Que Dela Veio

Capítulo 4 

Palavras: 510    |    Lançado em: 30/06/2025

ois dias depo

foi buscar. M

a realidade atingiu-me

que eu tinha pintado de ama

sala, a perna engessad

um sorriso fr

ue voltaste. Se

saiu da cozinha, a limp

u av

precisar de ajuda. A Sofia preci

e eu fosse uma em

sceu as

perdido. Ajuda a tua mãe com o jan

banho à

aram obscenas

s e caminhei em dire

o tremia n

u do fundo

! Eu disse par

ri a

o estav

cadeira de baloiçar, t

amarelas es

nho era um pequeno sapatinho de lã que ti

nele. Era

rado na porta, a sua c

está

iro para pagar as despesas médic

ilo sem um pi

as coisas do

is não? Temos de ser práti

ti, ta

pequeno sapat

ro. Isto é um inferno

quarto e comecei

de higiene. O

areceu n

as que está

a ir

não te vai deixar ir. E para

rera há anos, e a minha mãe...

tar na rua a ficar

arto, arrancando a

esperar. Não me

lo braço, a sua f

nós. Vais ficar aqui

é o meu papel? Se

sala, a sua voz

tudo bem? Est

-me o braço

a precis

a última vez, os seus

ma estupidez, Ana. Tu

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A Casa dos Segredos: E a Destruição Que Dela Veio
A Casa dos Segredos: E a Destruição Que Dela Veio
“Eu estava grávida de oito meses e esperava o meu marido para o nosso jantar de aniversário de casamento, quando recebi uma chamada chocante: Pedro sofrera um acidente. Corri para o hospital, a minha barriga pesada a dificultar cada passo, apenas para encontrar Pedro sem um arranhão e a minha meia-irmã, Sofia, numa maca, sendo tratada com uma ternura que nunca me dedicara. Naquele mesmo momento, perdi o nosso bebé. Ao acordar no hospital, o vazio na minha barriga era avassalador, mas a crueldade de Pedro, Sofia e da minha madrasta, Clara, era ainda mais cortante. Eles me humilhavam, me prendiam em casa como uma empregada, e Pedro chegou a vender todos os pertences do nosso filho morto, usando o dinheiro para pagar as despesas da Sofia. Como podia a dor da perda do meu filho ser tão secundária para eles? Por que me tratavam com tanto desprezo e malícia, enquanto a "irmã" ferida era a vítima a ser adorada? Eu estava quebrada, mas uma dúvida gelada começava a tomar forma. Uma noite, ouvi Pedro e Sofia a sussurrar: "Foi para melhor. Um bebé complicaria tudo. Quando ela estiver completamente quebrada, não lutará por nada." O meu coração gelou. A morte do meu filho não foi um acidente. Foi um plano. E naquele instante, a vítima morreu, e uma nova Ana nasceu, com um único propósito: a sua vingança.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10