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Entre a Dor e a Luta: O Renascer de Sofia

Capítulo 4 

Palavras: 485    |    Lançado em: 30/06/2025

eis escuros. O Dr. Mendes era um homem de meia-idade com um olhar

a," disse ele, a sua voz profissi

apaz de formula

uou ele, abrindo uma past

evemos ficar juntos

Dr. Mendes. "Têm bens em comum

prámo-la depoi

a do seu f

pergunta qu

ele não é um pai presente. Ele não co

eida. A menos que haja provas de negligência ou abuso,

no ar. Ele foi negligente co

o hospital quando a noss

tamente. Mas o advogado dele vai argumentar que ele estava a cuida

não se importava com a dor, apenas com o

"Ela vive connosco. Ela tor

r um fator, mas novamente, dif

amparada do que quando entrei. Parecia que

ocou. Era o Pedro. Ignorei. Ele ligou de n

queres,

rguntar por ti. A minha mãe levou

inha um tom

que tinha um

por favor, pensa nisto. Pensa no Léo. Ele já

ra mim. A usar a minha própr

. Mas eu não posso con

ueres? Que eu

-me a mim mesma com a minha fi

go silêncio

minha, Sofia. Eu não

ia ser uma guerra. Uma guerra pela minha

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Entre a Dor e a Luta: O Renascer de Sofia
Entre a Dor e a Luta: O Renascer de Sofia
“Minha filha, Bia, estava em estado terminal no hospital. Os médicos disseram que não havia mais nada a fazer; iriam desligar as máquinas. Liguei para o Pedro, meu marido, implorando para que viesse e me apoiasse neste momento de desespero. Ele recusou, argumentando que precisava cuidar do nosso filho Léo, que "tinha febre" . Sua voz era fria, irritada, e a da minha sogra, Dona Elvira, ao fundo, ainda mais cortante. "Você não consegue resolver isso sozinha, Sofia?" Enquanto eu presenciava a última respiração de Bia, assistida apenas pelos médicos e pela minha própria dor, meu marido e minha sogra me abandonaram. "A Bia já se foi. O Léo ainda precisa de um pai" , disse ele, antes de desligar na minha cara. Voltei para casa para enfrentar um Pedro apático, que só conseguiu dizer "Ok" diante da morte da nossa filha. Minha sogra, Dona Elvira, lançou-me um olhar de desprezo e disse que Bia "só queria atenção" . Eles não só me deixaram sozinha na minha maior dor, como manipularam nosso filho Léo com mentiras sobre mim. Como eu podia estar casada com um homem que escolheu uma "febre ligeira" em vez do último adeus à nossa filha? Ele fugiu da dor, da responsabilidade, de mim. Acusaram-me de ser egoísta, histérica, e tentaram tirar-me Léo, alegando que eu era um perigo para ele. Mas a verdade estava prestes a ser revelada. Não era apenas cobardia; era traição descarada. Eu não podia mais viver naquela mentira. Agora, eu lutaria. Lutaria pela verdade de Bia, por Léo e pela minha própria sanidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10