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Quando a Dor Vira Arma

Capítulo 3 

Palavras: 592    |    Lançado em: 30/06/2025

a, a Dra. Campos, foi num escrit

idade, com um olhar penetra

ra. Almeida. Sem

ndidas. A conversa com Pedro, a indiferença dele. A chama

io, tomando notas. O seu rost

i, ela encosto

o simples, Sra. Almeid

di. "E estou pro

eram um erro crasso. Subestimaram-na

diretament

les. A sua dor não é a su

la a sentir-me mais

ma carta à minha espera. Tinha

uma notifi

estava ligado ao emprego

do: "Alteração

nhamos iniciado o p

ortar-me os recursos.

m seco, s

am

iatamente à

ram o meu seg

é assédio e coação. Acabaram de nos dar mais m

nsegui dormir. A raiv

is. O perfil de Clara e

. A rir. Em viagens.

ada num sofá, com o cão Trovão ao colo. A legenda dizia: "Grata pelo meu ir

: "Sempre, minha irmã

ele faz

prio filho,

ptura de ecrã

fotos de uma viagem que fizeram à Serra da Estrela n

rata, com um pequeno pi

gel

meu

io de casamento. Tinha desaparecido há alguns meses.

le tinha-o

traição era mais profunda, m

o de pânico. Isto era sobre

a. Não de trist

ebi uma chamada de R

era falsam

orque não vens jantar esta noite? Podemos con

er as

osse um prato partido

minha voz igualment

Vemos-te

a manipular com uma ref

ue eu já não er

inho do covil dos lob

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Quando a Dor Vira Arma
Quando a Dor Vira Arma
“O meu nome é Sofia. Hoje, eu deveria estar a escolher um nome para o meu filho. Em vez disso, escolhi um para o meu túmulo. Presa nos destroços retorcidos do metro, o meu filho a nascer, liguei 18 vezes ao meu marido Pedro. Nenhuma chamada atendida. Ele estava ocupado a consolar a sua irmã, a minha cunhada Clara, que tivera um ataque de pânico em casa, segura, a quilómetros de distância. Quando finalmente o alcancei, a sua voz foi raiva e irritação: "O que foi agora, Sofia? Estou ocupado." Depois, soube. O meu filho tinha morrido. Asfixia neonatal. E a sua resposta foi um grito: "Estás a culpar-me? Eu não podia estar em dois sítios ao mesmo tempo! A Clara estava em perigo!" A família dele apoiou-o. O meu sogro chamou-me "egoísta". A Clara enviou uma mensagem a dizer que "a família vem sempre em primeiro lugar". O meu seguro de saúde foi cancelado. Mas o choque mais frio foi quando vi a Clara a usar o colar que o Pedro me deu no nosso primeiro aniversário de casamento, aquele que tinha desaparecido há meses. Aquele colar revelou que a traição ia muito além de um dia fatídico. Como é que o pai do meu filho, o homem que jurei amar, pôde escolher a sua irmã, ignorar os meus desesperados pedidos de socorro, e depois ainda me culpar pela minha própria dor? Como pude não ver que a verdade era muito mais repugnante do que eu imaginava? Eu não tinha mais lágrimas. Apenas uma decisão. Eles mataram o meu filho. Agora, eu ia destruir a família deles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10