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Do Banco de Órgãos ao Tribunal: Minha Luta Contra Eles

Capítulo 3 

Palavras: 424    |    Lançado em: 30/06/2025

mento alugado, o único lugar

inúsculo, mas

o cansaço a pesar em c

gem daquela noite no hospi

de picada n

dizer: "É para o teu

, a segurar a minha mão enqu

u amor. Vai ficar tud

. Tudo m

do, uma cicatriz que seria uma

"aborto espontâneo" e que, devido a "comp

ham tudo

to abriu-se de repen

ali, o rosto v

e?", perguntei, a minha v

a. Nós temos

fechou a port

furiosa. Tu

o meu filho e o meu rim!", gritei,

a!", ele avançou

acrifício. A família v

amília!", empurrei-o,

a minha

assinou os papéi

som frio e

gnifica alguma coisa? Tu pertences-

os ombros, a sua f

ir desculpa à Lúcia e à Ana. E vais agi

tei contra ele,

O que lhes vais dizer? Que o teu

tímetros do meu, o seu h

rada. O médico disse que há uma pequena

gelou-me

sso quer dizer

malévolo espalhou

uma segunda opção. Tu ainda t

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Do Banco de Órgãos ao Tribunal: Minha Luta Contra Eles
Do Banco de Órgãos ao Tribunal: Minha Luta Contra Eles
“O martelo do juiz bateu, selando o fim do meu casamento de cinco anos com Miguel. Saí do tribunal, sentindo o sol queimar a pele, mas o meu corpo estava em entorpecido. Miguel veio atrás de mim, a voz cheia de raiva: "A Ana só perdeu um rim, ela não morreu. Já te expliquei, foi um acidente." Um acidente? Empurraste-me escada abaixo para que eu perdesse o meu bebé. Depois, usaste o meu rim para salvar a vida da tua "irmã" Ana, a órfã que a tua mãe tratou melhor do que a própria nora. Foi um sacrifício "necessário", não foi? Acordei no hospital, grávida de três meses, com uma dor lancinante e um rim a menos, disseram-me que foi um "aborto espontâneo" e "complicações". O meu filho morreu. Fui usada como banco de órgãos. Ele riu-se, disse que um feto de três meses não se compara à vida de uma pessoa adulta, e que o que estava feito, estava feito. "Tu pertences-me!", ele rugiu, ameaçando usar o meu segundo rim se a irmã precisasse novamente. Naquele momento, percebi que para eles, eu não era uma pessoa, mas um recurso. O que fazer quando a tua própria família te trai de forma tão monstruosa? Como lutar por justiça quando os teus agressores são ricos, poderosos e controlam tudo? Estava sozinha, completamente desolada, até que uma mensagem anónima promete ajuda e revela a verdade: "Eu sei o que eles lhe fizeram. Eu posso ajudar." Estou pronta para lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10