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Não Sou Mais Sua Opção

Capítulo 1 

Palavras: 677    |    Lançado em: 30/06/2025

fetante invadiu as minhas narinas, e a luz br

o acidente de carro era um borrão confuso de met

dormia numa cadeira, com o rosto

atravessou a minha perna direita,

ira, com o ecrã rachado. Com dificuldade, a

perder a esperança, ele atendeu. A sua voz soava di

e foi? Estou

de preocupaç

acidente. Estou no Ho

sa do outro l

e? Estás be

z feminina ao fundo, uma voz que eu conheci

uem é? Anda dançar!

ou por um segundo

contigo?" perguntei,

dela, o meu tio, está a celebrar a promoção.

"Eu sofri um acidente de carro, estou num hosp

nou-se defens

a! Além disso, a Clara estava muito ansiosa com a apresentação

com uma perna partida e po

aqui," disse eu, a

no hospital, os médicos estão a cuidar de ti. Eu vou aí aman

esl

sligou o telefo

ntei ligar de volta, mas a chamada foi direta

meus lábios, tão alta que a mi

se passa? Es

r. As lágrimas que eu tinha segurad

á seis meses. O casamento estava

pensava que sim. Mas agora

festa. Ele es

me escol

o seu próprio telemóvel começou a tocar

tio, o pai

locando em alta-voz par

mente tão jovial, soava

á a ligar para o Miguel a fazer este drama todo? Ela não pe

de carro! Está no hospital!"

icou tão nervosa com o telefonema que quase estragou a noi

sar do meu noivo depois

e hospital, com uma perna partida e um

oivado

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Não Sou Mais Sua Opção
“Quando abri os olhos no hospital, o cheiro forte a desinfetante não me preparou para o que viria. Tinha acabado de sofrer um acidente grave e a minha perna estava imobilizada, mas a minha primeira preocupação foi o Miguel, o meu noivo. Liguei-lhe, esperando o seu apoio, mas a sua voz soou distante, abafada por música alta e risos, para logo me perguntar irritado: "Helena? O que foi? Estou ocupado agora." A sua falta de preocupação atingiu-me em cheio, mas o pior estava para vir. Ouvi uma voz feminina ao fundo, uma voz que eu conhecia demasiado bem: a da minha prima Clara. "Miguelito, amor, quem é? Anda dançar!" O meu coração parou. O meu noivo estava numa festa com a minha prima, enquanto eu jazia num leito de hospital. Quando tentei confrontá-lo, ele desligou na minha cara. Simplesmente desligou! E logo em seguida, o meu telefone foi bloqueado. Enquanto as lágrimas rolavam, e tentava processar a traição, recebi uma ligação chocante. Era o meu próprio tio, pai da Clara, que não só defendia o Miguel, como também me acusava de ser "egoísta" e "histérica" por perturbar a festa da família. Ali, com o corpo dorido e o coração em pedaços, percebi a verdade mais cruel: Eu não era uma prioridade. Eu nunca fui. A vergonha e a raiva deram lugar a uma certeza gélida: Este noivado tinha que acabar, não importava o preço. Mas será que eu tinha a força para me levantar e lutar pela minha própria liberdade e paz, contra todos aqueles que ousavam me julgar e intimidar?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10