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Não Sou Mais Sua Opção

Capítulo 4 

Palavras: 463    |    Lançado em: 30/06/2025

es foram um teste

mos de ligar para os fornecedores, perder os dep

do meu lado sem hesitar. Mas a família da minha mãe

a, encontrava tias e primos que ou me ignoravam c

deitou tudo a perd

bom. Ela nunca mais vai e

s ouvidos, pequenos golpes que t

ãe do meu tio Rui e da

contou-me o que aconteceu. Tenho a certeza de que é tudo um mal-entendid

ta de respeito," expliquei pac

Vocês cresceram como irmãs. Não deixes que u

ussão? Avó, eu es

vel. Mas os homens são assim. Às vezes são estúp

a minha dor não importava. O que importava era manter as aparências, ev

ssões dolorosas que me deixavam sem forças. Mas cada pequeno progre

ava a ficar mais forte, tan

xercícios na sala quando recebi uma

mos encontrar-nos? Só para conversar. Eu p

e sabia que precisava de encerrar este capítulo de vez. Além disso, e

os no café perto do meu antig

espondeu ele

que é que ele queria? Será que ia tentar convencer-me a voltar

nha d

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Não Sou Mais Sua Opção
“Quando abri os olhos no hospital, o cheiro forte a desinfetante não me preparou para o que viria. Tinha acabado de sofrer um acidente grave e a minha perna estava imobilizada, mas a minha primeira preocupação foi o Miguel, o meu noivo. Liguei-lhe, esperando o seu apoio, mas a sua voz soou distante, abafada por música alta e risos, para logo me perguntar irritado: "Helena? O que foi? Estou ocupado agora." A sua falta de preocupação atingiu-me em cheio, mas o pior estava para vir. Ouvi uma voz feminina ao fundo, uma voz que eu conhecia demasiado bem: a da minha prima Clara. "Miguelito, amor, quem é? Anda dançar!" O meu coração parou. O meu noivo estava numa festa com a minha prima, enquanto eu jazia num leito de hospital. Quando tentei confrontá-lo, ele desligou na minha cara. Simplesmente desligou! E logo em seguida, o meu telefone foi bloqueado. Enquanto as lágrimas rolavam, e tentava processar a traição, recebi uma ligação chocante. Era o meu próprio tio, pai da Clara, que não só defendia o Miguel, como também me acusava de ser "egoísta" e "histérica" por perturbar a festa da família. Ali, com o corpo dorido e o coração em pedaços, percebi a verdade mais cruel: Eu não era uma prioridade. Eu nunca fui. A vergonha e a raiva deram lugar a uma certeza gélida: Este noivado tinha que acabar, não importava o preço. Mas será que eu tinha a força para me levantar e lutar pela minha própria liberdade e paz, contra todos aqueles que ousavam me julgar e intimidar?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10