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Don Romano e sua bendita ruína

Capítulo 6 Desejo e fúria

Palavras: 1511    |    Lançado em: 01/07/2025

lina

e a tranquei, mas a sensação de segurança durou pouco. O cansaço a

ia a camis

a peça que encontrara. Agora, o perfume dele impregnado no tecido trazia

joguei no chão antes

lembranças da boate. A máscara, o corpo tatuado sobre o meu, a

ilos. Afastei as pernas, levando os dedos até o c

a ter

servando. A boca dele sobre a minha, as mãos firmes

i os mo

desejá-lo daquela forma. Meu corpo queimava, e

onn

pou junto c

enti outro calo

u que não

va ali. Nu. Entrando no box com a mesma tranq

Como entrou?- girei d

ão se

r de novo, esposa? - a voz era grave, provocante. - Ou e

, mas ele agarrou meu pulso com firmeza, puxando meu co

a! - s

iu, r

endo. - sussurrou, col

fundiu à minha, eu gemi. Um som curto, tr

eu rosto com uma ternura inesperada. Um contras

desceram pelo meu queixo. - O fato de me odiar

o. - menti, co

de saber quem eu era, Angelina. Gemeu com meu pau enterrado fundo na sua boceta, imploran

A penetração lenta, a voz dele no meu ouvido, o

mo se cada deslizar de seus dedos soubesse exatamente

el que eu havia aceitado representar. Eu estava ali por um motiv

Para o calor que subia em ondas, para o arrepio constante, par

o primitivo. E, naquele momento, ele estava vencen

ada. - murmurei, tentan

bios no meu ouv

eciso, p

ar para uma deusa, sem saber que eu desejava ser sua ruína. A respiração dele batia contra m

quero ver sua beleza imaculada

. Quando chegou onde eu mais queria e menos admitia, me fez arquear o corpo, ag

a parte do meu corpo. Me explorou como se procurasse falhas, re

com as duas mãos e então me penetrou de uma vez, l

rosso e duro. A pressão era intensa, real, impossível de ignorar. Ele me preenchia

ava tudo, a velocidade, a força, a profundidade. Cada

e. A cada investida, ele arrancava d

passada, das mãos dele me apertando com força, dos meus

mente como me deixar no limite e fazia sem

a nossa pele molhada de suor e desejo, e cada vez q

tesão, enterrado em mim até o fim. - Olha como vo

lto quando ele puxou meu cabelo e me mord

. Ogni respiro, ogni gem

cada respiro, cada gemid

to de explodir de novo, mas ele não parou. Estava focado, com o maxilar travado, a respiração pesada batendo na minha pele enquanto se enterrava mais fundo, mais in

udo fizesse sentido. O silêncio que veio depois era carregado. Eu deveria ter me afastado, levantado daquela cama como se nada tivesse acontecido, mas não conseg

y Ro

o. Estava ofegante, com a pele quente, suada, o cheiro dela grudado em mim. A boceta ainda pulsava, molhada, apertada.

estava absorvendo o que ela tinha feito comigo. Ou o que a ge

nada, estava repleta de fúria, era como se eu a tivesse obrigado, mas era uma reação estupida, afinal ela havia desejado tudo quanto eu. As bochechas estavam verme

instinto, necessidade de controlar a

ela porta, tudo aco

zendo consigo a dor. Olhei para baixo e vi a tesoura cravada em minha carne, o sangue escorr

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Don Romano e sua bendita ruína
Don Romano e sua bendita ruína
“Tonny Romano reivindicou Angelina Rossi diante de todos, com o vestido dela manchado de sangue. O casamento deveria encerrar uma antiga guerra entre suas famílias. O que Tonny não sabia era que, por trás da aparência delicada, Angelina havia sido treinada para destruí-lo. Obrigados a dividir o mesmo teto, eles transformam ódio em desejo, desconfiança em obsessão e vingança em uma aliança perigosa. Ela deveria ser sua ruína. Ele decidiu torná-la sua rainha. Mas quando a verdade vier à tona, apenas um dos dois sairá desse casamento com o coração intacto.”