icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Onde Estavas Tu, Pedro?

Capítulo 1 

Palavras: 740    |    Lançado em: 01/07/2025

riu, a primeira coisa que vi foi o meu m

a. Eu estava fraca por causa da anestesia,

do no peito do meu marido. "Se eu não tivesse insistido em ir ver

stas suavemente, a sua

culpa tua. Foi um acidente. Ning

cide

ecoou na m

e ele me viesse buscar. O médico tinha-me avisado que a minha

Ocupado a levar a sua

enas algumas horas, ela continha a nossa filha, uma vida

ado da cama. Com um esforço, estendi a mão

ens desesperadas

e estou a ter um sangrame

favor, atend

antas dores.

, enviada horas depo

a Sofia.

olve

solvesse a perda do

frio do hospital a en

minha voz mais rouc

ão a mudar de preocupação por Sofia pa

acordada. Co

olhos vermelhos de tanto chorar, mas

, eu disse, as palavras a sa

. Pedro franziu a testa, co

va, perdeste a cabeça? Acabaste de perder o

indo os olhares de alguma

recisamente porque perdemos a no

do-se da minha cama. "Deveríamos estar a apoiar-nos um a

s meus lábios. "Onde estavas tu quando eu precisei do teu apoio?

m, ela estava deprimida. Eu precisava de a animar!

or favor, não culpes o Pedro. Eu realmen

ressão permitia-lhe exigir a atenção do meu marido a qualquer hora, por qual

ência a esgotar-se. "Guarda as tuas lá

ficou

sível? A Sofia está a sofrer!

pai

le, enquanto a nossa filha tinha mo

amente. "A minha compaixão morreu h

mim, chocado co

sa do luto. Vamos falar sobre i

ir embora e voltar a con

meza. "Vou contactar um advogado amanhã. Pr

o de raiva e desapontamento antes de guiar Sofia para longe

Reclame seu bônus no App

Abrir
Onde Estavas Tu, Pedro?
Onde Estavas Tu, Pedro?
“Eu estava a alguns meses de realizar o maior sonho da minha vida: ter a nossa filha. Mas naquele dia fatídico, no hospital, enquanto a porta da sala de cirurgia se abria, a vida que eu tanto esperava, e o meu casamento, desmoronaram-se. A primeira coisa que vi foi o meu marido, Pedro, a consolar a irmã, Sofia, que chorava lágrimas de crocodilo, alegando que "a culpa era dela". Pedro, o meu Pedro, dizia que tudo não passava de um "acidente". Um acidente? Enquanto a minha filha lutava pela vida dentro de mim, e eu suplicava ajuda por mensagens, ele estava ocupado a levar a irmã para ver flamingos. Aquele "resolve tu" frio em resposta aos meus pedidos desesperados ecoou na minha cabeça. Quando revelei o divórcio, senti a sua raiva e a falsa inocência de Sofia. Ele queria tirar-me tudo, argumentando que a casa era dele, com a desculpa da falsa depressão da irmã. Eu estava ferida, destroçada, mas não quebrada. Contratei a advogada mais implacável. "Vamos lutar", disse a minha mãe. E foi então que a vizinha, Sra. Alice, revelou a terrível verdade: Sofia não estava "deprimida" naquele dia. Ela estava a rir e a planear uma viagem. A "depressão" dela era uma farsa para manipular o meu marido. A mentira por trás das lágrimas de Sofia, a cegueira de Pedro e a dor da minha perda transformaram a minha tristeza em fúria. Não se tratava mais de divórcio, mas de justiça. Eles iriam pagar. E eu estava pronta para lhes mostrar o quão forte pode ser uma mulher depois de perder tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10