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A Verdade Oculta do Meu Marido

Capítulo 1 

Palavras: 614    |    Lançado em: 01/07/2025

, Pedro, finalmente chegou, eu

r na cama do hospital, o seu rosto cheio

penas o som fraco dos monitor

ontinuava, mas a

ãos a tremer, a tela a ilumi

om o cabelo desgrenhad

l acabou. Só agora consegui um carregador e

de uma preocupação qu

ora vazia, um espaço oco onde

do por horas finalmente começar

rouca, um sussurro parti

da linha foi mais pesad

mundo dele a desfazer-se c

como assim? O

monótona. "Liguei-te tantas vezes. Man

pausa continha um universo

estava em pânico, não tinha mais ninguém. Levei-o para o hospi

a. A mulher que ele jur

untei, a calma na minha voz

á fora de perigo agora. Mas a Sofia estava

que nã

s podia deixar a sua esposa grávida, que carregava

tendia tudo com uma clareza dolorosa.

s de perder o nosso filho! Precisamos de nos a

cheia de pânico

r dos meus lábios. "Onde estavas quando eu precisei de a

isse! O pai

a estilhaçar-se. "O nosso filho morreu, Pe

Tu não entende

s. Acabou. Quando eu sair daqui, v

da antes que ele

da cama, o corpo a tremer com

O nosso tão

ois anos de consultas médicas, tr

alegria. Ele beijou a minha barriga todas as noites

se tinha trans

ue sempre pairou sobre o

nha estupidez, acreditei que o nosso amor e o nosso

a eng

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A Verdade Oculta do Meu Marido
A Verdade Oculta do Meu Marido
“A chamada do meu marido, Pedro, chegou quando eu já tinha perdido o nosso filho. A enfermeira acabara de me ajudar a sentar na cama fria do hospital, com um olhar de pena que eu não conseguia processar. Lá fora, a vida continuava, mas a minha tinha parado. Ele perguntou sobre o bebé, com uma preocupação que chegou tarde demais, explicando que o telemóvel tinha ficado sem bateria enquanto ajudava a sua ex-namorada, Sofia, cujo pai tivera um ataque cardíaco. Eu não vi as suas desculpas. Vi apenas a minha barriga vazia. "Nós perdemos o bebé," a minha voz saiu rouca. Ele estava com a Sofia. Levou-o para o hospital, esperou com ela. A Sofia, a sombra do nosso casamento, a mulher que ele jurava ser apenas uma amiga. Num acesso de fúria, terminei tudo. "Vamos divorciar-nos." Ele veio implorar perdão, a sua mãe também. Mas eu observei, impiedosamente, como ele se desfazia de tristeza. Até que, um dia, o vi. Pedro, sentado num banco de jardim, com o braço à volta da Sofia, que chorava. Ele estava a dar-lhe o consolo que eu tanto precisei. Naquele momento, perdi a pouca calma que me restava. "O nosso filho morreu, Pedro! E tu estavas a consolar outra mulher!" Voltei para o nosso apartamento para recolher as minhas coisas, esperando apenas fechar esse capítulo da minha vida. Mas, no quarto do bebé, a porta entreaberta revelou uma caixa. Dentro, entre fotografias antigas e cartas de amor de Sofia, encontrei a prova mais chocante da sua traição: um teste de gravidez positivo e um relatório de ecografia. Sofia estava grávida. Do Pedro. E a data prevista do parto era quase a mesma que a minha. Ele não só me tinha negligenciado, como estava a viver uma vida dupla, construindo uma família com ela enquanto fingia construir uma comigo. A minha dor transformou-se em fúria. A vítima indefesa tinha desaparecido. Pedro tirou-me tudo. Agora, eu ia tirar-lhe tudo. E ele ia pagar por cada lágrima, por cada mentira.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10