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Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?

Capítulo 1 

Palavras: 837    |    Lançado em: 01/07/2025

Léo, foi libertado da prisã

le foi direto p

ova, Sofia, tinha

frio. O bolo que eu tinha encomendado especialmente para ele, com as pa

ou. Era a mãe do L

va cheia de ans

ital, porque não estás aqui? O Léo acabo

a o bolo na

u à espe

stes a morrer, e tu só pensas em ti? Vem

ue eu pudesse dizer

ri

iga de bar, eu cuidei dos pais dele. Trabalhei em dois empreg

uvi ficar fu

amava de "caipira" pelas costas, conse

atirei-o para o l

ra o h

orredor estava chei

a alta e magra parecia tensa. Ele estava a c

um lado para o outro,

olhou

ei até

éo

ia há três anos, estava mais magro, mais duro. Hav

qui?", ele perguntou,

mãe lig

deios. "Ela ouviu-te ao telefone a dizer que nos íamo

ei para

s as cartas, em todas as visitas. Era a ú

ela tentar... aquilo?", perguntei,

ue não és boa o suficiente para mim. El

oram diretas, sem

do ombro dele, os seus olhos ve

minha filha morrer, e

de andar e aponto

i tolo em ficar contigo. Agora ol

ra que ele me defendesse. Q

para mim com aq

casa por agora, Clara.

r as

o pro

r ti durante t

o. Mas agora não é a altura certa para falar s

la está estável. O corte no pulso

ivo de alívio en

eu para a enfermeir

se para mim, e por um segundo, pensei ter vist

ar sobre isto mais tard

falar sobre isto agora. A tua irmã tentou matar-se porque nã

pelo cabelo, um g

r calma! Significa que a m

que eu me enca

Clara. Tu és forte

omento, e

licença para me negligenciar. A

rte, Léo. Eu e

comecei a

is?", ele grit

sem olhar para trás.

lado com o meu próprio dinheiro, à

repente, pare

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Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?
Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?
“Clara esperou por Léo durante três longos anos, enquanto ele estava na prisão, nutrindo a promessa de um futuro juntos. No dia da sua libertação, ela estava lá, sentada em frente à prisão, com um bolo de "Bem-vindo a Casa" a derreter sob o sol escaldante, o coração cheio de esperança. Mas Léo não veio encontrá-la. Em vez disso, ele foi direto para o hospital. A sua voz, quando finalmente falou ao telefone, foi um corte frio: "Eu tinha de vir. A Sofia tentou suicídio. É tudo culpa tua." A sua irmã, Sofia, que sempre a odiou, estava alegadamente à beira da morte por não suportar a ideia de vê-los casados. No hospital, Léo nem sequer a defendeu. Os seus pais e a própria Sofia, que havia apenas simulado uma tentativa de suicídio leve para o manipular, humilharam-na, acusando-a de ser a causa de toda a desgraça. Os três anos de sacrifício, os dois empregos, as dívidas pagas, tudo foi reduzido a nada. A sua lealdade inabalável foi descartada como um fardo, enquanto ele escolhia a fraqueza e a manipulação da sua família. "Tu és forte, Clara", disse ele. "A Sofia é frágil." Naquele momento, ela percebeu a cruel verdade: a sua força era apenas uma conveniência para ele, uma licença para a negligenciar. "Não sou forte, Léo. Estou exausta." Porque, afinal, a quem pertencia a lealdade dele? Porque é que ele nunca a tinha defendido? Será que ele a amou sequer, ou apenas a ideia de uma mulher que resolvesse todos os seus problemas? Cansada de lutar, Clara virou as costas. Agora, ela precisa decidir se há algo a salvar, ou se é tempo de recomeçar, só por si.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10