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Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?

Capítulo 3 

Palavras: 661    |    Lançado em: 01/07/2025

consegui dormir. A cada hora, as pa

faças es

ns. Algumas do Léo, a pedir desculpa e a dizer que me amav

mensagem

a te vai escolher em

agem, mas as p

Precisava de normal

ante movimentado. O trabalho era exige

hefe, o Sr. Gomes, cham

ás bem? Par

enas uma noite

em de meia-idade, gentil, que me tinha dado o emprego q

não foi? Eu v

i, incapa

de tempo livre, de um adiantamen

Sr. Gomes.

-me nos pedidos e no pessoal. Mas

o almoço, o Léo apa

o. Tinha olheiras

sa no canto e esperou

r?", perguntei, a manter

alar contigo, Cl

ou a tr

tos. É tudo

assenti. Sentei-

e. "Eu devia ter-te defendido.

, de

-lhe que te amo e que nos vamos

de esperança acende

é que e

estava a abandonar. A minha mãe

e esperanç

, nada

? Eu escolhi vir ter contigo, me

a mesa e pegou na minha

a-me resolver as coisas com a minha f

ano? Até a Sofia encontrar ou

ssim. É a mi

ê? Apenas uma

irou, fr

tigo. Eu quero ter uma vida contigo. Mas não

rei a m

r-te para estabeleceres limites. Para me pores em primeiro lu

ou. Ele olhou para o

orou a

stou a ten

ocou novament

ndeu, a sua express

do... O quê? Porque

momento, o seu ro

a ir pa

ou para mim, com o

a desapareceu. A minha mãe ac

tou-se ab

enho

para fora do restaurante, a deixar-me sozinha à me

por mais pequena que fos

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Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?
Ele Me Escolheu, Mas Tarde Demais?
“Clara esperou por Léo durante três longos anos, enquanto ele estava na prisão, nutrindo a promessa de um futuro juntos. No dia da sua libertação, ela estava lá, sentada em frente à prisão, com um bolo de "Bem-vindo a Casa" a derreter sob o sol escaldante, o coração cheio de esperança. Mas Léo não veio encontrá-la. Em vez disso, ele foi direto para o hospital. A sua voz, quando finalmente falou ao telefone, foi um corte frio: "Eu tinha de vir. A Sofia tentou suicídio. É tudo culpa tua." A sua irmã, Sofia, que sempre a odiou, estava alegadamente à beira da morte por não suportar a ideia de vê-los casados. No hospital, Léo nem sequer a defendeu. Os seus pais e a própria Sofia, que havia apenas simulado uma tentativa de suicídio leve para o manipular, humilharam-na, acusando-a de ser a causa de toda a desgraça. Os três anos de sacrifício, os dois empregos, as dívidas pagas, tudo foi reduzido a nada. A sua lealdade inabalável foi descartada como um fardo, enquanto ele escolhia a fraqueza e a manipulação da sua família. "Tu és forte, Clara", disse ele. "A Sofia é frágil." Naquele momento, ela percebeu a cruel verdade: a sua força era apenas uma conveniência para ele, uma licença para a negligenciar. "Não sou forte, Léo. Estou exausta." Porque, afinal, a quem pertencia a lealdade dele? Porque é que ele nunca a tinha defendido? Será que ele a amou sequer, ou apenas a ideia de uma mulher que resolvesse todos os seus problemas? Cansada de lutar, Clara virou as costas. Agora, ela precisa decidir se há algo a salvar, ou se é tempo de recomeçar, só por si.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10