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A Verdade de Sofia: Contra o Vento e a Calúnia

Capítulo 4 

Palavras: 695    |    Lançado em: 01/07/2025

ro no café, a minha vida ti

eu apartamento. O salário não era muito, mas era o suficiente

Estar rodeada por eles, pelo cheiro a

uanto arrumava uma prateleira de romance

har e o meu c

a Cl

ofundas. Usava um vestido simples e escuro. Não par

na minha direção, os s

odemos co

eação foi dizer nã

rágil desarmou-me. El

lara. Estou

ó cinco minut

senhor idoso e simpático chamado Sr. Mat

lçada. O sol da

s, um espelho est

tei, a minha voz mais s

ou para

... pedir

s saíram n

as eu precisava de o dizer. Eu fui horrível

ram a escorrer

as tudo. O amor dos teus pais, boas notas, e depois... tinha

i-la, sem a

l. Senti que finalmente estava a ganhar alguma coisa. Fui eg

ou, um so

Percebi a dor que te causei. Perder um filho... é

o parecia genuíno.

consegui sentir ódio. Apenas uma tristeza profunda

estás a dizer i

lágrimas com a

não o queria voltar a ver. E porque... a mãe dele, a

é que e

Pedro estar deprimido. Ela liga-me todos os dias, a insultar-me. Diz q

lher que me desprezava agora at

oa o suficiente para ele. Que e

m, os seus olhos ve

zão, não te

ão podia absolvê-la, mas ta

fazer agora?

orto. Começar de novo. Longe de tudo

nte e, para minha surpr

m cuidado com a Helena. Ela não vai deixar o Pedro em paz.

a mão e deu u

pero que um dia c

xando-me ali, na calçada, a proce

eu tinha a sensação de que a minha batalha

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A Verdade de Sofia: Contra o Vento e a Calúnia
A Verdade de Sofia: Contra o Vento e a Calúnia
“Estava a assinar os papéis do divórcio. O meu casamento, marcado pela tristeza de uma perda recente, chegava ao fim. Pensei que era o capítulo mais doloroso, mas mal sabia que o verdadeiro inferno estava apenas a começar. Foi nesse exato momento que o Pedro, o meu ex-marido, ligou, em pânico. Ele estava no hospital, dizendo que a minha própria prima, Clara, tinha tido uma queda e podia perder o bebé... O bebé dele. A sua voz acusadora inundou o escritório, culpando-me por cada desgraça, enquanto a minha sogra celebrava abertamente a notícia do neto "substituto". Eu tinha acabado de perder o nosso filho, sozinha, abandonada por aquele que deveria ser o meu protetor, e agora a traição era exposta de forma brutal. Depois, a campanha de difamação começou. A minha ex-sogra perseguia-me, o Pedro pintou-me como a vilã sem coração nas redes sociais, virando toda a minha comunidade contra mim. Cada olhar, cada sussurro, cada palavra era um punhal. Como era possível que, depois de tanta dor e traição, eu fosse a culpada? A mulher que perdeu um filho e o marido fosse a monstro? Mas eu não ia deixar que a minha história fosse contada por eles. Decidi que era hora de a verdade vir à tona. Eu iria lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10