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O Recomeço Inesperado

Capítulo 1 

Palavras: 740    |    Lançado em: 01/07/2025

eus ossos e se instalar no meu coração. Eu estava grávida de cinco meses, esperando um menino, e tudo que eu conseguia pensar era nele

or um instante. Pedro, meu marido, estava ao meu lado, segurando

sse, a voz soando rouca. "Eu fiquei tão

m para a minha barriga, para a porta, para qualquer lugar menos para mim. Era um detalhe pequeno, mas foi o suficiente para acender um a

que eu estava dormindo. Sua voz era um sussurro baixo, mas no s

e disse, irritado. "Sim, ela acordou... Não, ai

tenso que o frio do chão. Lúcia. A mulhe

r Lúcia do outro lado da linha, c

precisa entender, Lúcia, esse filho é importante para mim. É o meu herdeiro. Sem ele, tudo fica mais

não estava preocupado comigo. Ele não estava preocupado com nosso filho por a

migo de Pedro e meu confidente, entrou. Ele v

a voz baixa e tensa, apontando para o telef

amente, o rosto pálido. "João,

a olhou para a Maria. E agora você está aqui, sussurrando com ela ao telefone enquanto sua esposa, que acabo

mpre desconfiou de Lúcia, sempre me alertou sobre a ambi

ente terrível. Lúcia está arrasada. Eu vou cuidar de tudo. Vou dar à Maria o mel

lsas. Cuidar de mim? Ele estava

estranho. Um monstro. E o nosso filho, o pequeno ser que crescia dentro de mim, era apenas um prêmio para ele. Naquele momento, com o som das vozes deles ao fundo, eu senti algo se quebrar dentro de mim. Não era apenas o meu corp

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O Recomeço Inesperado
O Recomeço Inesperado
“A dor aguda na minha barriga foi a primeira coisa que senti. Estava grávida de cinco meses, esperando um menino, e a queda foi rápida, um empurrão vindo do nada. No hospital, meu marido Pedro segurava minha mão, mas seus olhos desviavam de mim, fixando-se na minha barriga e na porta. Fingi dormir e ouvi a conversa dele ao telefone. "Lúcia, já te disse para não me ligar aqui... Sim, ela acordou... Não, ainda não sei do bebê. É isso que importa, não é? ... Foi um acidente. Mas você precisa entender, Lúcia, esse filho é importante para mim. É o meu herdeiro." Lúcia. A mulher que me empurrou. A amante do meu marido. Meu filho, nosso filho, não era amor para ele, mas um negócio. Quando João, meu confidente, confrontou Pedro, vi a nojeira de Pedro e Lúcia. No dia seguinte, Pedro só queria saber do bebê. O médico confirmou: "Senhor Silva, eu sinto muito..." Mas Pedro só ficou aliviado ao saber que Lúcia não seria presa. João me deu a verdade: "Você perdeu o bebê... e não vai mais poder ter filhos." Meu mundo desabou. Pedro, insensível, perguntou sobre alugar uma barriga. João explodiu: "Ela acabou de perder o filho e você está falando de barriga de aluguel?!" Eu era apenas uma peça em seu tabuleiro. No fundo daquele poço, uma nova resolução nasceu. Eu não ia deixar que eles vencessem.”