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Amor Roubado, Liberdade Encontrada

Capítulo 4 

Palavras: 422    |    Lançado em: 01/07/2025

na oitava série. O nome dele era Daniel, e ele sentava atrás

nita da sala. Quer ir ao

ssim. Fiquei olhando para as palavras, um misto de vergonha e excitaçã

me esperando no portão, como sempre

xinha? O gato c

aneamente. O sorriso desapareceu, e seus olhos escureceram

vai sair

ra dura, qua

, pergunte

braço, não com for

e não é o cara

, retruquei, começa

inha visto. "Laura, me prometa uma coisa. Prometa que você não vai namorar ninguém ant

arte de mim se sentia... especial. Ele estava cuidando de mim. Estava me protegendo. Na

com o rosto ainda q

io claro em seu rosto. "Ago

ha preguiça de fazer, e até o esperava por horas na porta de lan houses enquanto ele jogava com os amigos. Eu era feliz em fazer isso. Para mim, cuidar dele era a minha forma de amá-lo, de cumprir a nossa pro

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Amor Roubado, Liberdade Encontrada
Amor Roubado, Liberdade Encontrada
“Numa noite de bar com as amigas, um vídeo da mãe de Gabriel, meu namorado de anos, virou meu mundo do avesso. "Laura, querida, Gabriel está aí com você? Ele não atende o celular, estou preocupada." Minha resposta sincera de "Não, tia, ele disse que estaria com os amigos da faculdade" foi recebida com um perturbador "Ah, é mesmo? Ele me disse que estaria com você." A dúvida se instalou, seguida de um frio na espinha quando vi Patrícia, minha amiga, apontar para a entrada. Lá estava ele, Gabriel, o homem que eu amei desde a infância, de braços dados com uma loira deslumbrante, rindo e agindo como um casal apaixonado. O ar sumiu dos meus pulmões, o barulho do local se silenciou, e o mundo se resumiu àquela cena dolorosa. E então, o celular vibrou com a mensagem dele: "Amor, desculpa não poder te ver hoje. A reunião com o pessoal da faculdade está demorando mais do que eu pensava. Te amo." A mentira descarada me atingiu como um soco, tirando o chão dos meus pés. Minhas amigas me abraçaram enquanto eu tremia, incapaz de chorar ou gritar, sentindo a traição me consumir. A dor era física, um tsunami que ameaçava me afogar em arrependimento e humilhação. Como pude ser tão cega? Como permiti que ele me transformasse em uma sombra, enquanto ele me descartava como um fardo? Mas essa dor, essa raiva de mim mesma, acendeu uma chama. Eu não seria mais a vítima. Levantei-me, lavei o rosto e dirigi até a casa dele, sabendo que precisava encará-lo e ouvir a verdade. Eu buscaria as respostas, não por ele, mas por mim.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 17