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Amor Perigoso na Favela

Capítulo 4 

Palavras: 906    |    Lançado em: 02/07/2025

ou uma concussão leve e alguns hematomas, receitou analgésicos e repouso. Valéria trazia a comida, geralmente fria e jogada em um prato de qualquer jeito, mas Maria mal toca

dinheiro que conseguiu pegar da caixa de seu pai, e, o mais importante, ela estudava o mapa e o diário, memorizando cada detalhe, cada anotação, cada possível r

vava para todos os lugares, como se quisesse exibi-la, para reafirmar seu domínio após o "acidente". Em uma reunião com outros líderes de m

ele anunciou para a mesa cheia de cri

garganta, ela queria gritar, dizer que preferia morrer,

econheceu os sinais imediatamente, mas se recusou a acreditar. Um teste de farmácia comprado às escondidas por uma vizinha de

olhando para o nada, o desespero era uma onda que ameaçava afogá-la. Aquele filho não podia nascer

odiava a milícia em silêncio, Maria conseguiu marcar um procedimento clandestino co

ela chorou silenciosamente durante todo o processo, chorando pelo filho que nunca teria, pela vida que lhe foi roubada, pela violência

onder sua condição, mas Valéria, com seu faro para a desgraça alheia, percebeu

ada, tentando se recuperar, Valéria invad

urrou, saboreando cada palavra. "

Valéria a atacou, chutando sua b

ela gritava. "Você

ica e desespero. Seus gritos atraíram a atenção, e logo "O Gene

a de Maria, mas seu olhar p

ontecendo aqui

filho!", Valéria grito

o sangue em suas roupas, para a dor em seus olhos, e a verdade o atingiu. Ele não disse nada, mas a vi

avam espalhados pelo chão durante a briga, e no meio da bagunça, ele viu, um pequen

ela perda do filho se misturando com a fúria da

se, a voz perigosamente calma. "Você não só matou

re ela, o rosto a c

ia da Luz", ele sibilou. "Você nu

nça de uma fuga simples, ela estava mais presa do que n

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Amor Perigoso na Favela
Amor Perigoso na Favela
“A poeira da favela grudava em minha pele, um lembrete constante da vida de medo e submissão à milícia. Tudo ruiu há seis meses, quando meu pai, o Capitão Mendes, um herói para todos, foi brutalmente assassinado em nossa própria sala, por um monstro que ele chamava de amigo, "O General". Tentei a justiça, levei provas à delegacia, mas fui ameaçada e ignorada; as sombras do General me alcançaram, seus homens me encurralaram em um beco escuro, "Fica na sua, ou você vai fazer companhia pro seu pai". O medo gelado percorreu minha espinha, e entendi naquele instante: as autoridades eram corrompidas, parte do mesmo sistema podre que me roubou tudo, me deixando completamente sozinha e sem voz. Mas a faísca da rebeldia acendeu, e com a ajuda inesperada de Zé, um ex-policial, decidi que não seria mais uma vítima; eu lutaria para desmantelar o império do General e buscar a verdadeira justiça que meu pai merecia.”
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