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Meu Futuro Longe de Você

Capítulo 4 

Palavras: 843    |    Lançado em: 02/07/2025

dor acumulada. A morte do coração não acontece de repente, é um proces

o da cidade. Em seguida, fui a uma agência dos correios e enviei os papéis do divórcio

nem mais discussões, nem mai

o e sua família. Minha identidade estava entrelaçada com a deles. Eu era a esposa de Rica

udo que ele conquistou durante nosso casamento era legalmente meu. E eu não abriria mão de um único centavo. Não por ganância,

era dor ou desespero. Era esperança. A esperança de um novo começo, d

icardo foi incrivelmente rápida. Doi

ele concordou com todos os termos da partilha de bens. Na verdade, ele es

ia. A facilidade com que ele concordou foi... desconcertante. Talvez ele estivesse tão ansioso para se

ra finalizar o div

seus olhos, e sua postura, normalmente tão confiante, parecia ligeiramente curvada. E

va calmo, quase sereno. Não havia raiva, n

em que nos casamos neste mesmo prédio. Ele segurou minha mão com tanta força, seus olhos brilhando

monotonia burocrática. Assinamos onde nos fo

u emitir os certificados de d

oz de Ricardo

sto calmo havia se desfeito.

u pulso. Seu toque era quente,

surrou, sua voz embargada. "Pense no Pedro.

A imagem de seu rosto zangado, gritand

pulso de s

nunca me quis de verdade. Você só queria alguém para cuidar de tudo en

ado. "Eu cometi um erro. Eu fui um id

anos de chances, Ricardo. Todos os dias. E todos os dias, você e

que nos observava com um

sseguir,

desespero. Ele parecia finalmente entender

tei a mim mesma em voz alta, mais par

ma clareza que veio d

m por um

apéis com um baque final e

tonelada. Oito anos de casamento, uma família, uma vid

Levantei-me e saí do cartório, com

forte e brilhante. Pa

tava

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Meu Futuro Longe de Você
Meu Futuro Longe de Você
“Oito anos. Dediquei minha vida a Ricardo, transformando-o de um esforçado universitário no renomado Sr. Silva, cuidando de tudo, da mãe doente aos nossos filhos e aos negócios da família. Mas, em um piscar de olhos, tudo desmoronou: minha vida inteira foi invalidada por uma única palavra de Isabella, a filha "perfeita" que meus pais adotivos veneravam, e que agora, misteriosamente, tinha o coração do meu marido e até mesmo o do meu filho. No meu aniversário, que convenientemente era o mesmo de Isabella, recebi uma ligação da escola: Pedro, nosso filho, não estava bem. Corri, ensopada pela chuva torrencial, apenas para ser informada de que "a Sra. Costa já buscou o Pedro". Minha família, meu marido, e até mesmo meu filho, todos a preferiam. A cena na mansão era clara: Ricardo sorrindo para Isabella, enquanto ela cortava o bolo, meus pais aplaudindo, e Pedro, meu Pedro, olhando para ela com uma adoração que nunca mais dedicou a mim. A humilhação se tornou insuportável quando Ricardo, o homem que jurei amar, me confrontou na porta, preocupado em não "estragar a festa" com minha presença molhada, e Isabella, com sua voz doce e maliciosa, sussurrou que eu nunca pertenci àquela família e que Ricardo "sempre esteve com ela". De repente, a voz do meu filho cortou o ar: "Eu te odeio! Você é uma mãe má! A tia Bella é muito melhor que você!" Naquele momento, enquanto Ricardo me olhava com fria indiferença, eu entendi. Eu era a intrusa, a substituta descartável, a peça que não se encaixava no quebra-cabeça da "família feliz". Mas, a partir daquele instante, uma calma gélida me invadiu. Estava na hora de virar a página. Eu não ia mais suportar. Eu não ia mais implorar por migalhas de afeto em uma vida onde não era desejada. Virei as costas para os fantasmas do meu passado e comecei a andar na chuva, deixando para trás oito anos de sacrifícios e uma família que me desprezava. Minha decisão foi firme: pediria o divórcio e sumiria da vida deles, para sempre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10