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O Acerto de Contas Final

Capítulo 2 

Palavras: 681    |    Lançado em: 02/07/2025

ratório, com uma autoridade que silenciava os murmúrios dos policiais mais jovens. O

úscula migalha de glacê de bolo presa perto da lapela. Um resquício da celebração de Pa

grisalho chamado Mendes, ap

é um dia complicado para você. Ouvi d

" ela respondeu, os olhos já varrendo a á

"Quem fez isso era um animal. A violência é... extrema. De

m, um oficial mais jovem

esaparecida que pode estar relacionado. Uma e

ediata e visceral. Seu rosto

ixa e perigosa. "Essa pessoa não tem nada a ver comigo e certa

nçou a Clara um olhar de desaprovação, mas não

meu corpo foi encontrado, seus olhos de espec

nte doze a quinze horas," ela murmurou, mais para si mesma. "Os ferimentos

mente trabalhando, reconstruindo meus últi

i. Lembrei-me do pânico, da dor lancinante quando Patrícia me atingiu com uma pedra, d

nto ela tocava o chão manchado de s

via apenas um quebra-

a terra. Ela o pegou com uma pinça. Era um p

Mendes. "Barato, provavelmente bijuteria. Nosso assassino p

rente no pescoço. A mesma bússola que ela me deu de presente em meu último aniversário antes do

s antigos. Lembra daquele caso de dez anos atrás, Clara? O explorador que desaparece

ainda mais, uma parede de gelo

os, Mendes. Isso é diferen

as fibras, amostras de solo, qualquer coisa. E mandem as amostras de sangue e t

a levaria, inevitavelmente, à verdade que ela se recusava a ver. A pe

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O Acerto de Contas Final
O Acerto de Contas Final
“Hoje é meu aniversário, mas não há bolos nem festas. Só o eco frio de uma emboscada nas ruínas, o gosto de sangue na boca e a visão turva de Patrícia, minha prima, fugindo com o diário do meu pai e o mapa que me levariam à verdade. Com minhas últimas forças, liguei para minha mãe, Dona Clara, buscando uma última conexão. Sua voz, entretanto, cortou-me como um açoite: "O que você quer, Sofia? Estou ocupada comemorando com a Patrícia. Você não podia ter escolhido um dia pior para me perturbar?" A menção de Patrícia foi um golpe fatal, e quando tentei chamá-la de "Mãe", a resposta gelada veio: "Não me chame de mãe. Você sabe o que este dia significa. É o dia em que você tirou seu pai de mim com essa sua obsessão doentia. A Patrícia, sim, ela é uma filha de verdade, ela me dá alegria, não dor. Francamente, Sofia, eu só tenho um desejo para você neste seu aniversário." "Espero que você morra." E de fato, seu desejo se realizou. Agora, meu corpo jaz desfigurado em uma gaveta fria da morgue, e adivinhe quem é a perita chamada para investigar meu brutal assassinato? Ela mesma. Minha mãe, a mulher que me amaldiçoou, agora me examina como um objeto, cega para a verdade bem à sua frente. Quão irônico é o destino, não é mesmo? Minha própria mãe, a única que pode desvendar meu assassinato, é a que menos deseja me ver. Mas desta vez, a verdade não pode ser evitada.”
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