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Amor e Traição na Prisão

Capítulo 4 

Palavras: 817    |    Lançado em: 02/07/2025

família Cardoso, por sua vez, montou uma muralha de defesa, usando seu dinheiro e influência para me desacreditar na

aniversário de um dos filhos de Pedro, o mais velho, e eu sabia que eles fariam uma grande festa. Eu não fui para brigar. Fui para en

anfitriã perfeita, circulando entre os convidados com uma bandeja de doces. Os outros cinco filhos correndo pela grama, vestidos com roupas de grife.

nha direção para pegar uma bola que havia rolado para pert

só uma criança pode ter. "Você é a mulher má da cadeia que o

simples e diretas, doeram. Amélia se aprox

reendeu, mas me lançou um olhar de triunfo. El

o atrás, sua e

aqui, Sofia? Veio estrag

respondi, estendendo o enve

egar, a mãe dele, minha

i para nos humilhar! Você não

r, a cochichar. A humilhação e

Estou apenas exercendo meus direi

controle. A fachada de pai de

ntorcendo de raiva. Ele deu um passo à frente e agarrou meu braço

o meu braço. Te

ro! Você está m

m acesso de fúria cega, ele levantou

na minha bochecha, o gosto metálico de sangue na minha boca, onde meus dentes cortaram o

eu segurava com tanta força agora brotara

e meu irmão estavam entre os convidados. Eles tinham vindo para

ção. Por um segundo, uma faísca de esper

me segurou pelo outro

escândalo que você está fazendo

máscara de vergonha e raiva. Ele não

e aceitar e ir embora? Você está no

çou a chorar,

que as pessoas v

fundo do poço. A solidão era absoluta. A dor física do tapa não era nada comparada à dor de ver minha própria família se virar

um laço a ser preservado. Eu estava completamente, irrevogavelmente

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Amor e Traição na Prisão
Amor e Traição na Prisão
“Passei dez anos na prisão, pagando por um crime que Pedro Cardoso, meu marido e o homem que eu amava, cometeu. Sacrifiquei minha juventude pela promessa dele de que me esperaria, cuidaria dos meus pais e me compensaria por tudo. Quando os portões da penitenciária se abriram, meu coração ansiava pelo reencontro, pela vida que havíamos planejado. Mas ao chegar na mansão dos Cardoso, o que encontrei não foi meu lar, mas um inferno: Pedro estava acomodado, cercado por uma nova família, uma esposa e seis filhos, construída sobre a ruína da minha vida. Ele me olhou com frieza e disse que precisava garantir a "sucessão da família" , como se minha existência não passasse de um estorvo. Meus próprios pais, a quem Pedro subornou com dinheiro e conforto, me taxaram de "ingrata" e de "mancha" por ter antecedentes criminais. Na frente de todos, Pedro me humilhou, me esbofeteou no rosto, e minha família se virou contra mim, me segurando para que ele pudesse me agredir. Naquele instante, a dor se transformou em uma clareza gelada: eu estava sozinha, traída pelas pessoas que mais amava. Como puderam me usar, me descartar e ainda esperar que eu aceitasse a humilhação? Mas a mulher que saiu da prisão não era mais a jovem ingênua; ela havia aprendido a sobreviver no inferno. Com a ajuda inesperada de uma antiga aliada, jurei que não seria mais a vítima. "Eu preciso de um advogado. E preciso destruir a família Cardoso."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10