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Renascida para a Justiça

Capítulo 1 

Palavras: 794    |    Lançado em: 02/07/2025

o conseguia desviar o olhar do rosto de Clara, deformado pelo terror. O ódio que senti naq

sivo. Clara, minha colega de quarto na universidade, invadiu o quarto do meu irmão, Pedro, na noite anterior ao

ante de sua turma, perdeu o vestibular. Sua reputação foi destruída. A uni

ração, a acolheram em nossa casa. Ela viveu como uma parasita, uma rainha em um trono de mentiras. Ex

ar em uma fábrica clandestina para sustentar os luxo

do por uma máquina. Acidente de trabalho, disseram. Mas

oucos dias, adoeceram gravemente e se foram, deix

ei fogo na casa. Levei Clara comigo. Enquanto as chamas nos consumiam, seu rosto a

ri os olhos

e. O cheiro de livros e café pairava no ar. Olhei para as minhas mão

data na tela me fez

eçou. O dia em que Clara me pedi

Tinha recebido u

o era um sonho. Era real. A dor, o ódi

o, a porta do

a

mesmo sorriso falso que enganou a todos. Se

so te pedir

anipuladora, era co

r trás da máscara. Eu via a inveja corroendo sua alma, o desejo de destruir tudo o que

calculista. Eu me lembrava de tudo. Lembro-me de como ela encantou meus pais com suas

nfiavam demais. E pagaram

a aqui. E eu conhecia cada movimento d

guntei, minha voz soando

, fazendo sua melh

de semana, e eu não tenho para onde ir. Meus parentes moram muito

esma frase. A

e ingênua, e via Clara como uma amiga necessitada. Mal sabia eu

a primeira vez, deixei que ela visse um vislumbre da escuridão que ela mesm

u cúmplice pagassem por tudo o que fizeram na minha vida passada. A justiça

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Renascida para a Justiça
Renascida para a Justiça
“As chamas lambiam as paredes da casa, o calor e a fumaça queimavam meus pulmões, mas meus olhos estavam fixos no rosto de Clara, deformado pelo terror. O ódio que senti naquele momento era tão puro, tão intenso, que superava qualquer dor física. Na minha vida passada, a destruição da minha família começou com um pedido inocente e a malícia de Clara, minha colega de quarto universitária. Ela armou um escândalo, acusando meu irmão, Pedro, de assédio na véspera de seu vestibular crucial. Mesmo sem provas, a reputação de Pedro foi destruída, a universidade retirou sua oferta e nossos pais, ingênuos, a acolheram em nossa casa para evitar que nos prejudicasse mais. Pedro abandonou seus sonhos, trabalhando em uma fábrica clandestina para sustentar o luxo de Clara. A notícia de sua morte, esmagado por uma máquina, partiu meus pais, que adoeceram e se foram rapidamente, me deixando sozinha. Com o coração cheio de ódio, ateei fogo à casa, levando Clara comigo, vendo seu rosto aterrorizado como minha última vingança. E então, abri os olhos novamente, na luz do sol do meu antigo quarto universitário. O cheiro de livros e café me envolveu, e a data em meu celular me fez prender a respiração: era o dia em que tudo começou, o dia em que Clara me pediria para morar em nossa casa. Eu tinha voltado, tido uma segunda chance. Um arrepio percorreu minha espinha – tudo era real. Naquele momento, a porta se abriu, e Clara entrou com seu sorriso doce e falso, seus olhos cheios de uma inocência fingida. "Sofia, posso te pedir um favor?" Sua voz melosa era um eco do inferno, mas desta vez, a resposta seria diferente. Eu não apenas impediria a tragédia; eu garantiria que ela pagasse por tudo que fez, e a justiça seria servida fria e em público.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10