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O Filho, O Legado

Capítulo 3 

Palavras: 804    |    Lançado em: 02/07/2025

es se voltaram para mim. Cochichos me seguiram pelo corredor. A notícia do que eu fiz na casa já devia ter se espalhado como f

que eu era. Marcos estava na cabeceira, o rosto uma máscara de fúria contida. Patrícia estava ao seu lado

omeçar a reunião. Ele não p

s resultados do trimestre", ele disse, sua voz ressoando com autori

antei, le

ção aos velhos tempos. No entanto, seu comportamento recente tem sido errático, insubordinado e prejudicial ao ambiente de trabalh

ma pausa

rimônio, o conselho decidiu, por unanimidade, rescindir seu cont

que agora eram marionetes de Marcos, assentiram gravemente. Um d

ocê já foi tão prom

nte, a voz cheia de uma falsa

r assim. Você precisa de ajuda.

para Patrícia, sua e

Eu vou cuidar de tudo. Nin

inhas veias. Lembrei-me das noites em que dormi no chão do escritório, comendo pizza fria, para cumprir um prazo, enquanto Marcos e Patrícia saíam para "jantares de negócios" que ag

deu clareza.

ode me demi

que eu esperava. Um silênci

um som seco

u o CEO e o acionista majoritári

fundador e detentor de ações originais requer uma votação de dois terços do conselho com uma just

sma redigi, palavra por palav

, ele gritou, perdendo a compostura. "Vou garantir que você nunca mais trabalhe ne

bri minha pasta e tirei uma pilha de

importam mais, de qua

, um sorriso vi

entendeu. Acei

sua arrogância, se

ue inclui uma cláusula de não divulgação, e eu te dou um pacote de indenização d

ha direção. Era o insulto final. A esm

is para Patrícia, e para cada um dos

cos", eu disse, minha voz cortando o

a, saboreand

rdem judicial, eu sou a acionista majoritária e a CEO interina da Visio

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O Filho, O Legado
O Filho, O Legado
“O barulho na sala de desenvolvimento era quase insuportável, não pelos teclados, mas pela cena no centro: Patrícia, minha ex-melhor amiga, segurando o filho que teve com Marcos, meu ex-noivo, rindo alto como se fosse a dona do lugar. E, de certa forma, era. Eles tinham tomado tudo de mim cinco anos atrás, expulsando-me da empresa que fundei, grávida e sozinha. O menino, de uns quatro anos, correu e quase derrubou um monitor caro. "A mamãe e o papai construíram tudo isso para você, sabia? Um dia, tudo isso será seu", Patrícia melosamente disse, seus olhos encontrando os meus em um claro desafio. Todos a tratavam como rainha, a esposa do chefe, a mãe do herdeiro. Para eles, eu era só Ana, uma desenvolvedora sênior que, misteriosamente, voltara à empresa que um dia fundou como mera funcionária. Ninguém sabia que cada linha de código de "Crônicas Astrais"- o jogo de ouro da empresa - saiu de minhas noites em claro. Minha mente voltou às noites em que eu e Marcos sonhávamos juntos, enquanto Patrícia, minha "melhor amiga", nos incentivava. Mal sabia eu que, pelas minhas costas, eles armavam um plano para me destruir, usando uma procuração que assinei sem ler, grávida e cega de amor. Quando o jogo explodiu, fui expulsa com a desculpa de "diferenças criativas", sem nada. E agora, ela estava ali, sorrindo falsamente, pedindo-me para "resumir" minhas novas ideias de expansão. Aquela mesma Ana ingênua de cinco anos atrás teria cedido. Mas essa Ana estava morta. "Não", respondi, minha voz fria. O choque em seu rosto foi delicioso. Ela planejava me humilhar, mas não esperava a nova Ana. Minha fúria gélida não era apenas ressentimento; era uma promessa silenciosa de retorno. A primeira peça do dominó havia caído.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10