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Feridas do Passado, Força do Presente

Capítulo 1 

Palavras: 982    |    Lançado em: 02/07/2025

e taças de champanhe. Eu estava ali, com um sorriso que mal cabia no rosto, observando meu noivo, Pedro Alme

dele, sonhando com esse momento, com a nossa casa, com a nos

vam. Ele discursou no palco, agradecendo a todos, e por um momento seus olhos enco

rei pacientemente, mas ele parecia ocupado demais. Decidi ir até a área reservada, nos fundos

uando

Pedro estava lá, de costas para a entrada, mas eu o reconheceria em qualqu

a estudante de arquitetur

nsistindo que ela tinha um futuro brilhante e precisava de um mentor. Eu, na minha ingenuidade, a

stava ali, bei

. Era um beijo profundo, desesperado, do tipo que se vê em fil

meu corpo, congelando a raiva e a dor. Fiquei parada na penumbra, observando a cena. A ironia era esm

e ouvir a voz dela, um suss

? Pedro, como

que quebrou o feitiço

gênua, ela acredita em tudo qu

reza assustadora. Eu não fiz barulho. Apenas me virei e voltei

de fofocas, que provavelmente estava no lugar errado na hora certa, conseguiu uma foto. Não do beijo

ram a apitar. As pessoas me olhavam de soslaio, cochichand

rosto uma máscara de

que estão dizendo. É t

ncarei, meus

um canto, sua voz

ha também. Pensei em uma coisa. Vou levá-la para uma viagem, para a Europa, t

ado comigo, com a minha dor, com a nossa relação. Estava preocupado com a reputação dele e com a amant

senti foi

bem,

reso com minha a

Você en

a noite, meu sorriso foi genuíno, embora tingido de um amargor que ele

deu um beijo na testa. Um b

melhor, Bela. Eu volto log

ele desapareceu na multidão, peguei meu celular. Meu plano de vida tinha acabado

lo nome "Pedro" sem sequer hesitar. Pare

Fern

ora Fernandes, a maior do país. O homem que,

ligar. Ele atende

nteceu algu

amiliar, um porto segu

rme, sem um pingo de hesitação.

ta de casamento entre nossas famílias era uma piada antiga

ntes que ele pu

a data, a igreja, o salão... tudo continua

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Feridas do Passado, Força do Presente
Feridas do Passado, Força do Presente
“A festa de gala do prêmio de arquitetura fervilhava, e meu coração transbordava de orgulho. Meu noivo, Pedro Almeida, o recém-consagrado "Arquiteto Revelação do Ano", sorria para mim da multidão. Nossos dez anos de sonhos e planos para o casamento, marcado para o próximo mês, pareciam finalmente se concretizar. Mas a imagem de um conto de fadas desmoronou em câmera lenta, nos fundos do salão. Pedro, o mestre das palavras e meu futuro marido, estava beijando Sofia Mendes. Sofia, a jovem estudante de arquitetura que ele "apadrinhava", a protegida que eu, em minha ingenuidade, acolhi como irmã. Não era um beijo qualquer; era profundo, desesperado, o tipo de paixão que há muito não compartilhávamos. Paralisada na penumbra, ouvi o sussurro dela: "E a Isabela? Pedro, como vamos fazer?". A resposta dele quebrou-me em mil pedaços: "Calma, meu amor. A Bela é ingênua, ela acredita em tudo que eu digo. Vou dar um jeito." A dor se transformou em uma clareza assustadora: eu era uma idiota. A humilhação pública veio em seguida, quando uma foto dos dois, íntimos demais, viralizou. Pedro, com sua máscara de preocupação, propôs: "Vou levá-la [Sofia] para a Europa, para longe dos holofotes, até a poeira baixar. É o melhor para todos." Ele não estava preocupado comigo, mas com a reputação dele e da amante. Com uma calma sobrenatural, eu disse: "Tudo bem, Pedro. Vá. Cuide da Sofia." No momento em que ele se virou para ir atrás dela, eu já discava um número. Lucas Fernandes, meu amigo de infância, herdeiro da maior construtora do país. "Lucas", eu disse, a voz firme. "Você ainda quer se casar comigo?"”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10