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Justiça Por Meu Leo

Capítulo 4 

Palavras: 675    |    Lançado em: 02/07/2025

os gentis e uma voz calmante, ele não se parecia com os policiais,

com Leo, ele me ouviu com paciência enquanto eu descrevia o amor avass

sua negação e sua falta de memória são igualmente i

este, a hipnose, ela pode nos ajudar a acessar memór

pn

do controle da minha própria mente, especi

mbrar de ter feito isso?", eu

inocente, a hipnose também pode revelar a verdade, pode nos mostrar o que realmente aconteceu n

ava de respostas, mesmo que foss

ordei,

ala cinzenta de interrogatório, mas desta vez, a atm

na reclinável, o Dr. Morai

enas ouça o som da minha voz, sinta seu corpo ficando pe

ética, mas disposta a

relaxamento profundo, minha respiração ficou mai

nico, tornou-se estranhamente calma,

disse a voz do Dr. Morais, ecoando na minha mente. "

inha mente com uma clareza vívida, o sol em meu

o estav

o fui embora, eu fiquei, escondid

que não fazia sentido, direcionada ao meu pró

entindo, Lívia?",

surrei, confusa

de Leo, que estava sentado em sua cad

havia uma faca

la faca? Eu não me le

e era eu, mas não era, se movia com

a, seu rosto era uma más

itei em silêncio, tentando parar, tentando acordar,

anto minhas próprias mãos aga

eus olhos se arregalan

, ele su

segurando a f

era mil vezes pior do que assistir ao v

o medo nos olhos do meu filho

o, não como uma espectador

sou meu coração, uma dor tã

tando meu pr

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Justiça Por Meu Leo
Justiça Por Meu Leo
“O sol da manhã entrava pela janela, pintando o chão da cozinha com manchas douradas, o cheiro de café fresco e pão tostado enchendo o ar, uma cena de tranquilidade doméstica que eu, Lívia, estilista de moda, guardaria para sempre ao lado do meu amado filho Leo. Menos de dez minutos depois de deixá-lo no acampamento de verão, meu telefone tocou, e a voz trêmula do outro lado anunciou um "incidente" que congelaria meu sangue: Leo, meu pedacinho do céu, havia sido brutalmente decapitado. Quando cheguei, o que vi despedaçou minha alma para sempre: o corpinho do meu Leo ainda em sua cadeira de acampamento, sua camisa favorita manchada de vermelho vibrante, e sua cabeça... simplesmente não estava lá. Para o meu horror absoluto, um vídeo perfeitamente nítido, supostamente de uma câmera de segurança, mostrava uma mulher idêntica a mim, com olhar de louca, cometendo o ato hediondo. Algemas frias prenderam meus pulsos, e todos, incluindo meu marido Ricardo, que me olhava com um ódio que nunca vi, me acusaram de ser a "mãe demônio", a monstro que matou o próprio filho. Minha mente estava em branco, eu só conseguia sussurrar: "Eu não sei! Não fui eu!" Mas enquanto era arrastada para a prisão, entre os gritos da multidão, vi Ricardo e minha rival, Sofia, trocarem um olhar de triunfo e cumplicidade. Naquele instante, a névoa de dúvida se dissipou; não tinha sido loucura, tinha sido uma armadilha diabólica. A luta pela verdade estava apenas começando, e eu faria pagarem por cada lágrima.”
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