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Alma Reencarnada, Destino Reescrito

Capítulo 4 

Palavras: 701    |    Lançado em: 02/07/2025

outono. Eu estava no meu pátio, supervisionando as criadas que arejavam os cobert

o estava

scara de desaprovação. Clara a seguia, com os olhos

nte. "Eu vim assim que ouvi os rumores ve

nte sobre minha barriga. "Mãe, a que rumores a senhora

arto Príncipe virou um bordel! Músicos, dançarinas... ouvi dizer que até homens estão no harém dele! E tudo

dita para todos os meus servos

e é garantir a saúde do herdeiro do Príncipe. O Príncipe Lucas é um homem adulto

de harmonia?" ela zombou. "Você est

servando a cena com uma expressão de tristeza. "Cla

um sorriso fraco. "Eu estou bem, S

ando em preocupações, onde você estava? Ouvi de minha mã

tá na fase crítica da gravidez e foi pessoalmente à cozinha para supervisionar a preparação de uma sopa

veneno lento que quase me matou antes mesmo do golpe final. O conhecimento médico de Clara e

iu pela minha espinha. Era tudo tão familiar. A mãe cega, a irmã "atenc

eu disse, minha voz perfeitamente uni

do lado de fora do pátio, seguido p

bisbilhotando perto do

stava! Me

ra Clara. Seu cabelo estava bagunçado, um grampo de jade havia caído, e havia u

sto passando de raiva para

fazendo? Soltem minha filha imedi

Dona Isabel, mas leais ao seu dever,

bustos perto do escritório de Sua Alteza. El

. O pátio ficou em silêncio, exceto

eu disfarce em farrapos. Olhei para a fúri

meçando a dar frutos. E a estrela principal do s

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Alma Reencarnada, Destino Reescrito
Alma Reencarnada, Destino Reescrito
“A dor aguda no meu ventre, um eco fantasma de uma vida que se esvaía, me despertou. Abri os olhos, o cheiro familiar de sândalo preenchendo o quarto, mas por um instante, não soube onde estava. Então, a memória me atingiu como uma onda violenta: a poção amarga que Clara me forçou a beber, o sangue manchando minhas coxas, a vida do meu filho se desvanecendo junto com a minha. As últimas palavras dela ecoaram, cheias de desprezo: "Como posso deixar uma bastarda me dominar?" Eu estava morta, lembrava-me do frio, da escuridão. Mas agora, estava viva! Minhas mãos não eram esqueléticas, minha barriga estava lisa, mas com uma sutil pulsação de vida. Era o dia em que o médico da corte confirmou minha gravidez. Eu havia renascido. Uma risada seca escapou dos meus lábios, misto de soluço e alívio. A dor, a raiva, a traição – tudo ainda queimava em mim, mas junto à agonia, surgiu uma determinação fria e cortante. Desta vez, as coisas seriam diferentes. Clara, minha irmã adotiva, a quem eu ingenuamente amei e confiei, me roubou tudo na vida passada: meu marido, meu filho, minha vida. Lucas, meu marido, o Quarto Príncipe, viu-me apenas como um recipiente para seu herdeiro, e sua afeição foi facilmente desviada pela manipulação de Clara. Eu fui uma tola, acreditando que o amor solidificaria nosso casamento. Minha felicidade foi o gatilho para a inveja dela, o início do meu fim. Eles me destruíram, e eu morri acreditando em sua bondade, sem saber da teia de mentiras e traições. Em meio ao desespero, fui incapaz de lutar, de entender por que tanto ódio. Mas agora, a sabedoria da morte me trouxe de volta. Este não seria um conto de vítimas, mas de vingança. Com um sorriso gelado e um plano meticuloso, prometi a mim mesma que os faria pagar. Desta vez, eu protegeria meu filho. Eu seria a manipuladora, a estrategista. O jogo havia apenas começado. E o primeiro movimento seria mandar uma mensagem para Clara: "Tenho ótimas notícias e quero compartilhá-las com você primeiro."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 21