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A Lista dos Feios

Capítulo 4 

Palavras: 703    |    Lançado em: 02/07/2025

se in

em uma máscara de dor e falsa indignação. Sua mão sangrava, e

lado dele, agindo co

-me um olhar de pura maldade. "Eu vi tudo! O João simp

ção se voltando para mim. Eu estava parado, ainda segurando as

minha voz calma e firme, contras

ritou Pedro. "T

equência: o barulho, o grito, a mão sangrando. E a palavra de Pe

os a todo custo, foi chamado. Ele nos levou para sua sala, a expressão em

ir um colega de trabalho?", ele per

le socou o armário sozinho. Peço que verifiquem as c

ntreolharam por um

enhor sabe disso", disse Paula rapidamente. "Não temos como provar, ma

e calculada. Eles sabiam

ntou Pedro, fingindo uma voz fraca e dolor

es, pressionado por Paula e pela perspectiva de um pro

isse, com um tom grave e oficial. "Você receberá uma advertência for

triunfantes de Paula e Pedro. A injustiça era

iscutir", eu disse, minha voz gélida. "Mas eu não

. "Faça como quiser. Mas a adve

vam em mim, julgando, condenando. Caminhei de volta para a minha mesa, sentindo o peso

o o mundo ao meu redor, e tentei me

voz clara e firme

ito em vo

e vi

ra ela, chocados. Ela, que nunca falava, que sempre se escondia, estava agora se expondo por

, sua voz ganhando força. "Eu não vi o João tocar

avra dela, a improvável defensora,

a a boca, sua esquisita!

a um olhar que poderi

o o escritório inteiro. Naquele momento, ela não era a "mais fei

muito tempo, eu senti

-

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A Lista dos Feios
A Lista dos Feios
“No escritório, a humilhação parecia ser a nova política. Todo ano, Paula, minha chefe e a mulher por quem eu secretamente nutria sentimentos, organizava a cruel "Lista dos Mais Feios". Desta vez, fui o "campeão", e minhas cartas de amor e o convite para a festa da empresa se tornaram o palco de um escárnio público, rasgados e zombados por Pedro, o queridinho dela. A verdade das minhas intenções foi distorcida, minha dignidade pisoteada, e o que era para ser um gesto de carinho virou chacota. Senti a raiva fria me consumir, enquanto observava Mariana, a garota quieta, ser também nomeada a "Mais Feia", seus ombros tremendo em um choro silencioso. A injustiça, a crueldade gratuita, era demais para suportar. Naquele instante, algo explodiu dentro de mim; a vergonha se transformou em uma fúria silenciosa, e, com uma dignidade recém-descoberta, estendi a mão para Mariana, oferecendo-lhe não apenas uma carona para casa, mas um chocolate que Paula jamais mereceria, selando um destino que poucos poderiam prever e redefinindo quem eu realmente era, o herdeiro Albuquerque.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10