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A Jornada de Uma Rainha

Capítulo 3 

Palavras: 648    |    Lançado em: 02/07/2025

ou-se mais ousada em sua crueldade. Um dia, ela se cortou prop

aço. "Eu só pedi a ela para me trazer um pouco de chá, e ela me at

rrastada perante Dante. Ela viu o corte no braço de Lívia, o ol

a voz firme, apesar do medo

", gritou Lívia. "Olhe par

ara, frio e acusador. Ele não fez uma única pergunta. E

pas a ela",

crédula. "Pedir desculpa

e rosnou, a

a. Ela abaixou a cabeça, a humilhação qu

ante, a voz um sussurro venenoso em seu ouvido. "Lá fora, no pátio, há o Caminho das Brasas. Um antigo ritual de penitênc

brasa. Ninguém sobrevivia a ele ileso. Era uma sentença de morte lent

... é tortura! Ela

hos. Uma faísca de sua antiga humanidade. Mas então ele olhou para Lívia,

, disse ele, a voz

u seu rosto mesmo à distância. O ar tremeluzia sobre o c

ordeno

u para ele uma última vez, buscando qualquer sinal de misericórdia. Não hav

e caindo, mas se forçou a continuar. Passo após passo agonizingo. O cheiro de sua própria carne queimando encheu o ar. Cada

massa irreconhecível de carne queimada e sangue. Ela estava t

ou. "Não acho que foi sincero o suficiente. A expressão

asgou. "De novo?

os pés de Lívia e depois para o rosto impassível de Dante

de Dante ecoou no páti

e desmaiar, ela se forçou a se levantar, a encarar o caminho de

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A Jornada de Uma Rainha
A Jornada de Uma Rainha
“Dante era meu mundo, meu protetor, meu tudo. Ele me prometeu as estrelas e construiu um jardim suspenso que tocava as nuvens, um amor que era uma lenda. Mas então ele segurou a mão de outra mulher, Lívia, e me olhou como se eu fosse uma completa estranha. "Quem é você?", ele perguntou, e meu mundo desabou. De repente, fui reduzida a uma serva, humilhada e torturada por Lívia, que desfrutava de tudo o que um dia foi meu, enquanto Dante observava, impassível. Minha Árvore dos Desejos foi cortada para sua lareira, e ele não fez nada. Eu não entendia. Como ele pôde me esquecer? Como a devoção mais profunda poderia se transformar em tal crueldade? A cada dia, a dor e a humilhação me consumiam. Até que, em uma noite escura, ouvi a verdade mais cruel: "É para o bem dela. Devo fazê-los acreditar que ela não é nada, que Lívia é tudo. Só assim Elara estará segura." O amor dele não tinha desaparecido, ele me sacrificou. Não para me esquecer, mas para me "proteger" . Mas essa proteção era uma tortura. E a verdade doeu mil vezes mais. Naquele instante, tudo se quebrou dentro de mim. O amor, a esperança, a fé... tudo virou cinzas. Decidi então que não seria mais a vítima. Eu iria embora. Para sempre.”