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O Conto de Fadas Desfeito

Capítulo 2 

Palavras: 916    |    Lançado em: 02/07/2025

-se deslocada, um fantasma em meio à celebração. Ela estava ali fisicamente, ao lado da família de Pedro, mas sua mente estava a milhas de d

era um grande evento de caridade, atraindo a elite da cidade. Na primeira metade da corrida, ele dominou a pista, suas manobras eram precisas

ntração dele, a maneira como seus ombros ficavam tensos antes de uma curva fech

le normalmente faria com perfeição, ele errou a trajetória de propósito, permitindo que seu principal rival, um empresário com quem Sofia tinha uma recente e suspeita amizade, o ultrapa

aplaudir seu "espírito esportivo". Ninguém perceb

ibrou no bols

vo amigo. O que você achou da

ito. O sacrifício não era por

mente, o telefone de

voz soava falsamente arrependida. "Mas não se preocupe, o i

a voz a sair calma. "Estou bem,

sua garganta. Ela precisava sair dali. Com uma desculpa apressada para a mãe

silenciosa. Ela se agachou, abraçando os próprios joelhos, o corpo tremendo com soluços que ela tentava abafar. A humilhação públ

e Sofia, feita minutos atrás. Era uma selfie dela com o vencedor da corrida. Na legenda, um agradecimento explíci

estava ali, para quem quisesse ver, se soubesse onde procurar. A traição

e recomposto a máscara de normalidade. Ele a abraçou, o cheiro de suo

ladora. "Mas pense pelo lado bom, é para caridade. E lembra quando eu queimei

tir culpada por estar chateada. Ele sempre fazia isso. Minimizava suas dores comp

mem que a olhava com uma adoração que parecia real? Aquele homem cujos olhos brilhavam de paixão?

ste ponto? A pergunta ecoava em sua mente, mas não havia resposta. Apenas a c

O contato de seus lábios foi a gota d'água. Um gosto amargo de bile s

sibilou, a voz trê

convulsionando. Quando não havia mais nada para colocar para fora, ela abriu a torneira e lavou a boca repetidamente, e

-

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O Conto de Fadas Desfeito
O Conto de Fadas Desfeito
“Minha vida era um conto de fadas, uma tela de sonhos pintada a quatro mãos com Pedro, meu noivo e mentor. Ele era o herói que me salvou de um incêndio, o príncipe que me elevou de designer sem nome a empresária de sucesso. Nossa história de amor, celebrada por todos, escondia uma traição tão pútrida que o ar me faltava, como na fumaça daquele incêndio. A cada beijo que ele me dava em público, Sofia, minha melhor amiga, gargalhava nas sombras, exibindo uma pulseira de diamante idêntica ao meu colar. Enquanto eu jazia doente e indefesa, Pedro e Sofia profanavam meu próprio leito, seus sons torpes ecoando em meus ouvidos, a prova de sua luxúria gravada sem que soubessem. A dor física da traição se materializou em um vômito incontrolável, a humilhação pública e secreta me consumindo. Como um homem que "me salvou da morte" poderia, no mesmo fôlego, me abandonar ferida no meio da estrada por sua amante? A revelação de um teste de gravidez positivo de Sofia foi o selo final: a farsa era mais grotesca do que eu podia imaginar. Mas a Luana quebrada e traída não existia mais; uma centelha de determinação fria acendeu a chama da Isabela que renasceria das cinzas. Eu me recusei a ser a vítima, a noiva troféu; era hora de reescrever meu destino, com minhas próprias regras e sem olhar para trás. O fim do primeiro ato havia chegado, e o espetáculo da minha vingança estava prestes a começar. Com o "Coração do Oceano" jogado no lixo, rumei para um novo começo, impulsionada por um aliado misterioso e a promessa de uma nova identidade. Agora era Isabela, herdeira e dama da alta sociedade, mas por baixo da seda, era Luana, a mulher que voltaria para derrubar o império de mentiras de Pedro e forçá-lo a pagar por cada lágrima. O palco estava montado, e a cortina do Capítulo Dois estava prestes a se levantar.”