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Peão Descartável

Capítulo 2 

Palavras: 853    |    Lançado em: 02/07/2025

aulas, sorria para os meus colegas, mas por dentro eu estava em ruínas. Cada rosto amigável p

u?", "Estou com saudades". Cada notificação era uma facada no meu peito já ferido. Eu ignorava todas, mas

u me sentia enjoada o tempo todo, e uma dor incômoda não me deixava em p

da biblioteca quando senti uma mão forte segurar meu bra

om um sorriso que não alcançava os olhos. "Po

rredor lotado de estudantes. Seu toque me causou rep

lta, H

a coisa?", ele perguntou, fingindo preocupação.

atingiu com força. Levei a mão à boca, s

tou me sen

lhos brilharam com uma excitação doentia. Ele se incli

de primeira. Seria intere

ideia de me prender a ele daquela forma parecia a

consegui dizer, minha

guido por uma onda de alunos. O barulho repentino fez Heitor me soltar por um instante. Alguns olhares curiosos se v

tenção. Ele sorriu, um sorriso largo e

rsa de casal", ele disse em voz

ria fugir, desaparecer. Enquanto me afastava a passos rápidos, eu contava os dias mentalmente. Set

igou. Eu ignorei. Então

a uma festa na casa do Lucas.

quarto e nunca mais sair. Mas outra parte sabia que desafiá-lo diretamente

ica alta pulsando no ar. E no meio da sala, rindo com um grupo de pessoas, estava Isabela. Ela era linda, com um ar d

stúpido de "verdade ou consequência

a?", perguntou Lucas, c

u Heitor, olhando d

divertiram muito na outra noite

s os olhos se voltaram para mim. Senti meu rost

de surpresas", ele disse, e cada palavra

rota que eu não conhecia. Ela escolheu "consequência"

erminaram porque a sua família não o aprova? E que você está

orrindo, ficou tenso como uma corda de violino. Seus olhos escureceram, e a diversão deu lugar a uma fúria ge

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Peão Descartável
Peão Descartável
“A umidade do ar ainda grudava na minha pele depois do banho quando a voz indiferente de Heitor me gelou o sangue: "E daí? Relaxa, Sofia. Não vai acontecer nada." Mal sabia eu que aquelas palavras eram o presságio de um inferno. Horas depois, a tela do celular dele revelou a verdade brutal: "Consegui. Ela é ingênua, caiu direitinho. Fiz o que a Isabela pediu." Eu era apenas uma peça em um jogo cruel, um peão descartável para reatar um relacionamento alheio. A humilhação me atingiu como um soco no estômago. Eu me sentia suja, usada, mas a pior parte era a ansiedade corroendo por dentro, o medo de estar grávida e presa a um monstro. Ele me humilhou publicamente, me expôs à misoginia tóxica de seus amigos, e quando tentei revidar com uma mentira do bem, a situação escalou para uma farsa ainda mais diabólica. Como eu pude ser tão cega? Como pude permitir isso? Mas a inocente Sofia havia morrido naquela noite. Agora, era hora de jogar o jogo com as minhas próprias regras. Eu não só iria embora, como faria com que cada um deles soubesse o preço de brincar comigo.”