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Cicatrizes Que Contam Uma História de Triunfo

Capítulo 3 

Palavras: 746    |    Lançado em: 02/07/2025

mento sem olh

o tentou i

fundo, ele fi

ia dedicar-se a tempo inteiro ao seu papel

única amiga n

u ao prime

Vi a tua marcação naquela

tava cheia de

de ajuda. Eu

quebrou na ú

ás? Vou b

e um café perto do

os depois,

e correu par

que as lágr

ela, um choro silen

a para mim com os seus grande

o carrinho no carro e levou-nos

que precisares. Não t

anto me prepara

o a brincar com uns brinqued

-me v

i-lhe

conversa com a sogra, a

o seu rosto a endurecer a

Que família

iu quando

uma doença como desculpa? E a f

razão. E

s fazer ag

tou, mais

um advogado. Preciso

tar pela custódia total do Léo.

e divórcio, de uma batal

tinha d

que o Léo nasceu, por

em casa, a cuidar do nosso

dependente e control

razão, mai

gado. Ele é bom. Ele pode ajudar-te, talvez com um a

da de gratid

ca luz na min

apartamento da Ana t

não me

uma

masiado ocupado a desem

com o irmã

u em encontr

le numa tarde, deixa

homem sério e

interrupções, fazendo ano

laro de bigamia,

, quando

não é legalmente válido, porqu

que pode

por bigamia. Isso colocá-lo-ia numa posição muito difícil,

a soou e

tódia total do Léo, pensão de alimentos para ele e u

vai l

pensar na

e forma pública e humilhante. Ele abandonou o lar e o filh

go deram-me uma ce

a Sofia é mu

ha inseguranç

a perder com um escândalo do que tu. A última coisa que uma família rica

, um sorriso

Catarina. E

io dele a senti

muito tempo, senti qu

ifícil, mas eu nã

Ana. Tinh

portante,

aria p

aria p

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Cicatrizes Que Contam Uma História de Triunfo
Cicatrizes Que Contam Uma História de Triunfo
“No dia do nosso terceiro aniversário de casamento, a vida parecia normal entre mim, Pedro e o nosso filho Léo. Mas tudo mudou rapidamente. O meu marido desapareceu. Liguei o dia todo, sem resposta. Com o Léo febril nos braços, eu estava sozinha no hospital. No meu telemóvel, uma notificação do Instagram fez o meu mundo desabar. Uma foto mostrava o Pedro a casar-se com outra mulher, Sofia, no nosso próprio aniversário. O sorriso dele, o vestido de noiva dela... era tudo real. Liguei para a minha sogra, Dona Elvira, que, sem pudor, confirmou a traição: era um casamento de conveniência, para o Pedro ascender socialmente através da família rica de Sofia. Ela ainda me culpou por não saber "cuidar de uma criança", enquanto o neto ardia em febre. Como puderam fazer isto? O Pedro, a sua família... todos cúmplices. A minha vida construída com tanto amor desmoronava-se diante dos meus olhos. A dor era imensa, mas a indignação ferveu dentro de mim. Não ia permitir que me pisassem. Não ia permitir que ele abandonasse o meu filho impunemente. Levantei-me do banco frio do hospital, segurando o Léo e tomei uma decisão: ia lutar por justiça. Não para vingança, mas para recomeçar, pela minha dignidade e pelo futuro do meu filho. O show tinha acabado. Agora, a guerra ia começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10