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A Dívida do Pai

Capítulo 1 

Palavras: 876    |    Lançado em: 02/07/2025

o uma sentença de morte, o tel

oite, se o dinheiro não aparecer, seu

ra. Miguel desligou, o peito apertado, a respiração presa. Ele olhou para o pai,

?", a voz de Miguel

murmurou: "Eu ia ganhar, filho, eu juro, era

é a janela do pequeno apartamento, olhando para a cidade que brilhava lá fora, um mundo de riqueza e oportuni

a vida dela aos poucos, e cada dia era uma batalha por mais um suspiro. O tratamento era c

um advogado de terno caro que parecia deslocado na vizinhança

a filha única do magnata d

de luxo. O casamento seria uma farsa, um contrato. Em troca, as dívidas do seu pai seriam

aquela forma? Tornar-se o marido de uma mulh

ente e a imagem da respiração frágil de Clara, o fun

uel, a voz firme, cortando o s

a, os olhos vermelhos e

Eu vou me ca

o a si mesmo, aos seus princípios. Mas o amor por sua irmã e

cio de mármore e vidro que o fazia se sentir pequeno e sujo. Lá, ele conheceu o Sr. Ribeiro, um homem de olhos fri

unta, mas como uma ordem. "Você será o marido da minha filha. Cuidará d

assentiu, a

relhos que apitavam suavemente. Ela era linda, mesmo pálida e imóvel. Cabelos escuros espalhados no traves

arganta. Pena? Curiosida

rte de jornal no fundo de uma gaveta da biblioteca. A manchete falava de um terrível acidente de carro. Um mot

gelar. A data. O local.

te. A doença dela não era do nada, era uma

s foi identificado mais tarde por testemunhas,

Ribe

Não era uma salvação. Era uma armadilha, uma piada cruel do destino. O homem que estav

e se refez, mais duro, mais afiado. O casamento nã

. Aquele papel não era mais uma sentença de humilhação.

le usaria a filha deles, a noiva em coma, como sua principal ferramenta. Consumido por um novo pr

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A Dívida do Pai
A Dívida do Pai
“Minha vida era um inferno: dívidas do meu pai por jogos, o cheiro de mofo no nosso apartamento minúsculo, e Clara, minha irmã, definhando lentamente, presa a uma cama por uma doença rara. A ligação do cobrador, ameaçando meu irmão, me forçou a encarar a proposta mais vil: casar-me com Sofia Ribeiro, a herdeira de um magnata, em coma. Por dinheiro, eu venderia minha alma para salvar minha família. Eu recusei com nojo, mas a respiração fraca de Clara me empurrou para o abismo, entregando-me àquele pesadelo. Mas então, um recorte de jornal antigo me abriu os olhos para uma verdade sombria: a doença de Clara - a doença que esgotava a vida dela, que me arrastava para este casamento infame - não era um acidente. Foi causada pelo homem que agora acenava com sua fortuna, o Sr. Ribeiro, meu futuro sogro, o causador do acidente que feriu minha irmã e abafou o caso com seu poder. Como pude ser tão cego? A salvação que me foi oferecida era, na verdade, a armadilha do meu carrasco, um acordo selado com o sangue da minha própria irmã. A raiva me consumiu, transformando o desespero em um propósito gélido: não me casaria por dinheiro, mas para me infiltrar. Eu entraria na fortaleza do inimigo, e de lá de dentro, destruiria o Sr. Ribeiro, a família Ribeiro, e tudo o que eles representavam. Eles iriam pagar por Clara, e eu usaria a filha deles como minha arma. Que o jogo comece.”