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A Vingança de Miguel

Capítulo 3 

Palavras: 744    |    Lançado em: 02/07/2025

uando seu pai ainda estava vivo e sua família era completa. Ele viu o rosto sorridente de seu pai, o herói de guerra,

e figueira. Ela estava rindo, seu rosto iluminado pelo sol. "Miguel, p

" ele disse

eção a Larissa, que estava sorrindo maliciosamente. Elas deram as mãos e se afastaram, deixando-o sozinho. O chão

ício explodindo do lado de fora perfurou o silêncio da noite. Era algum tipo de celebração, mas para Mig

nso, um velho amigo de seu pai e um oficial aposentado do exército. Ele

rugado cheio de preocupação. Ele olhou ao redor do quarto úmido e b

seu peito. "Está tudo bem, Ti

homem. Ele ficaria de coração partido ao ver isso." Ele suspirou. "Ouvi dize

eceu na porta, segurando uma bandeja com chá e b

ela disse, sua voz melosa. "O Miguel tem estado t

á chateado comigo e com a Isabela. Mas, por favor, não jogue seu fu

em confusão. A performance de Larissa foi impecável. Ela par

io Afonso, sua convicção vacilando. "Não tome d

o até mesmo de seu único aliado, pintando-o como irracional e

fazendo, Tio," foi t

Miguel ficou sozinho novamente. A intervenção de Larissa só

de seu tempo com Isabela – cartas, fotos, um pequeno boneco de madeira que ele esculpiu para

o quintal dos fundos. Ele jogou tudo em um velho barril de

a, que ele passara horas esculpindo, contorceu-se e escureceu no fo

mpo. Aquele fogo não estava apenas queimando velhas lembranças; estava queimando a última ponte para sua vida antiga. Ele estava se pur

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A Vingança de Miguel
A Vingança de Miguel
“Na sala de reuniões do hospital, um futuro brilhante acenava para Miguel, a única vaga de estudo no exterior, uma oportunidade que muitos cobiçavam. Mas o brilho se desfez quando ele recusou, sua voz calma escondendo a tempestade que se formava: Sofia, sua irmã de dez anos, jazia em coma, vítima de um acidente abafado pela influência de Ricardo Vargas. A justiça se recusava a aparecer, a polícia lavava as mãos e os advogados viravam as costas, enquanto capangas batiam nele repetidamente, deixando claro que ninguém deveria se intrometer. Seu mundo desmoronou: o legado de herói de seu pai parecia uma piada cruel, e o futuro como médico não significava nada quando ele não podia proteger sua própria família. Para piorar, vindo em sua direção, ele vislumbrou sua noiva Isabela e Larissa, a órfã adotada que todos pareciam amar mais do que ele. Elas riam, despreocupadas, enquanto o mundo de Miguel desmoronava. A dor se aprofundou quando Larissa, com lágrimas falsas, se fez de vítima, e Isabela, com quem ele esperava luto e apoio, o acusou de egoísmo. O colar de coração que ele havia dado a Isabela, símbolo de um amor que ele pensava ser eterno, agora parecia zombar dele. Rasgando a corrente, ele o jogou no chão, observando-o rolar para uma poça de água suja. Nenhum pedido de desculpas, apenas um passo para longe do passado, um passo incerto em direção a um futuro que ele percorreria sozinho. Em casa, a farsa continuava: Larissa, a eterna vítima, reinava, enquanto ele, o filho biológico, era tratado com indiferença e desprezo. Até seu padrasto, em um acesso de raiva, o esbofeteou, as palavras de sua mãe o acusando de arruinar a família. Ali, naquele porão mofado, algo dentro de Miguel se quebrou, a última centelha de amor por aquela família se extinguindo. Ele os deixou, sem olhar para trás, jurando que encontraria sua própria justiça. No turbilhão de pesadelos e memórias, ele viu seu pai, Isabela e Larissa, todos se afastando, deixando-o em um abismo sem fundo. Ainda em meio ao caos, a intervenção de Lívia, a única pessoa que o via como um igual, reacendeu uma pequena esperança. Mas o reencontro com Isabela, anos depois, trouxe de volta as feridas, e ele a confrontou, sentindo que os laços de um passado distante estavam para sempre rompidos, agora que o garoto que a amava havia morrido.”