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O Tapa do Destino

Capítulo 1 

Palavras: 767    |    Lançado em: 02/07/2025

dência se espalhou pela minha bochecha, mas a dor no meu coração era muito maior, eu senti o g

torcido pela raiva, "Você arruinou tud

a para me defender, seu silêncio era uma faca que se cravava ainda mais fundo

o de um lado para o outro como um animal enjaulado, "E você joga tudo fora, se deixa ser humilhada publicam

que causei o escândalo, mas para minha família, a vítima era sempre a culpada. El

a mãe finalmente falou, a voz dela era fria e calculista, sem

ele era o tio de Pedro, um empresário poderos

e e me olhando de cima a baixo com desprezo, "É a única maneira de salv

ente voltou para a noite anterior, a humilhação ainda fresca e dolorosa. Pedro me levou a uma festa cheia de gente importante, el

coração dar um salto doloroso, era Pedro. Uma pequena e tola esperança surgiu dent

inha voz sa

tamento agora" , a voz dele era fria e auto

va às memórias felizes. Quando cheguei, a porta estava entreaberta, eu entrei devagar, chamand

m quem eu mais confiava no mundo. Eles estavam rindo, se beijando, alheios à minha presença. A cena

antou, sem nem se dar ao trabalho de se

isse, o tom casual dele me quebrou por dent

com um misto de triunfo e pena fingida,

ecoou na minha cab

urrei, olhando para Pedro, o

saria com você? Uma mulher que nem consegue segurar uma gravidez? Você é es

mais profundo, para me humilhar da forma mais cruel possível. A dor era insuportável, uma agonia que rasgava minh

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O Tapa do Destino
O Tapa do Destino
“O tapa do meu pai estalou no meu rosto, ecoando pela sala luxuosa. "Sua inútil," ele rosnou, o rosto contorcido de raiva, "Você arruinou tudo, a chance da nossa família." Minha mãe, sentada no sofá, virou o rosto, seu silêncio era uma faca cravada ainda mais fundo. Eles me acusaram de arruinar os negócios da família Santos, que estavam à beira da falência, tudo por minha causa. A acusação me deixou sem ar; a vítima era sempre a culpada para eles. "Ainda há uma chance," minha mãe finalmente falou, a voz fria, "O senhor Mendes fez uma proposta. Ele quer se casar com você." Fui forçada a um casamento arranjado para pagar pelos pecados de outra pessoa. Minha mente voltou à noite anterior: Pedro me convidou para uma festa, eu ingênua, pensei que ele me pediria em casamento. Em vez disso, ele me humilhou, anunciando o noivado com Sofia, minha melhor amiga de infância. "Você é estéril, Maria," ele riu, "Sofia vai me dar os filhos que você nunca pôde." A dor foi insuportável, mas uma raiva fria começou a subir. Eu o olhei nos olhos, vendo um monstro egoísta. Peguei o anel de noivado, o diamante que simbolizava promessas agora parecia um pedaço de vidro. Deixei a joia cair no chão. Saí daquele quarto e daquela vida, sem olhar para trás. O futuro era incerto e assustador, mas pela primeira vez, era só meu.”