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As Cinzas de Um Fado

Capítulo 12 

Palavras: 367    |    Lançado em: 03/07/2025

mão na bochecha vermelha.

e a Fiona já estávamos a entrar no carro que nos esperava. Vi-a a lutar contra a multid

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As Cinzas de Um Fado
As Cinzas de Um Fado
“Eu era um cantor de Fado pobre em Alfama, e ela, a minha Raina, uma mulher sem memória que me amava com uma fúria que eu nunca tinha conhecido. Vivemos o nosso amor na pobreza, mas éramos ricos em felicidade. Ela vendeu o seu único brinco para me comprar a guitarra do avô, e tatuou a minha inicial para "o corpo se lembrar de mim" . Até que, de repente, a sua memória voltou. Ela já não era apenas a minha Raina; era Raina Hayes, herdeira de um império bilionário. E a mulher que eu amava desapareceu, substituída por uma CEO fria e distante. Fui humilhado pela sua família, pelo seu novo noivo, Leonel, e por ela. Vi-a entregar a minha alma, a guitarra do meu avô, a Leonel, que a partiu num ato de crueldade. Num acidente, ela protegeu-o a ele, não a mim, deixando-me com o corpo e o espírito destroçados. O golpe final veio no hospital: a minha mão, a minha voz, o meu futuro como músico, tudo me foi roubado. Que tipo de amor é este que destrói tudo o que toca? Como pôde a mulher que jurou amar-me transformar-se no meu pior carrasco? Aceitei o dinheiro deles, não por ganância, mas para lhes dar o que queriam: a minha ausência. Cinco anos depois, voltei a Lisboa, um homem refeito, com uma nova paixão e um talento que nem ela conseguiria esmagar. Mas ela continua lá, obcecada, disposta a fazer tudo para me ter de volta. Incluindo destruir cada pessoa que me prejudicou... um por um. E quando ela tiver terminado, o que vai restar dela? E de mim?”