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Ela Renasceu para o Sucesso

Capítulo 5 

Palavras: 766    |    Lançado em: 03/07/2025

e mim. O café da manhã foi em silêncio absoluto. Minha mãe e Clara trocavam olh

do carteiro se aproximando f

Clara exclamou, qua

tou, seu rosto uma

querida. Você preci

evantei

se incomodar,

fuzilaram c

o não é da sua conta

nhando em direção à porta, "a

om um envelope pardo na mão. O selo da Escola

especial para você!"

ha mãe me empurrou para o lado e ar

e ir," ela disse, ríspi

lope como um troféu. Clara estava logo

" eu disse, minha vo

om igualmente baixo. "Houve um engano na lista. A v

em humor escapando dos meus lábios. "Voc

"roubar" a

gritou, sua voz esganiçada. "Você nã

iretamente para minha mãe. "Ela sabe como esconder dinheiro, como m

minha mãe p

cê não sabe do qu

mente do que e

velope começou a rasgar. A disputa se tornou física. Eu agarrei

s pelo cabelo. Eu me virei e a empurrei com força. Ela tropeçou e

u, mamãe! Ela

itou, vindo para cima de mim

vando tudo. Ele me deu um sinal discreto, confirmando que a câmera estava ligada. Eu

pelos ombros e me s

ra dar um futuro decente para esta família, você aparece para a

neno puro, destiladas

tiras que você contou a vida inteira? Sobre o dinheiro do

te. Meu rosto ardeu. O s

rei, sentindo o gosto metál

urrei. "Mostre a todos

bater de novo, mas parou. S

ocê vai se arrepender de ter nascido. Eu vou te mandar para um lugar onde nem o diabo va

curação. A passagem só d

to, o telefone da c

e cortou a tens

ês con

os que

lmeida. Da Es

ódio. O jogo tinha acabado de subir de n

-

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Ela Renasceu para o Sucesso
Ela Renasceu para o Sucesso
“O sol do nordeste castigava, mas aquele dia da formatura do ensino médio parecia diferente. Era o dia em que Ana e sua irmã gêmea, Clara, esperavam o anúncio das bolsas de estudo, um futuro promissor acenando. Mas para Ana, a luz dos olhos da mãe sempre foi Clara, a filha perfeita, enquanto ela era a sombra, a rebelde. Até que seu nome foi lido em voz alta: "Bolsa integral para a Escola de Música do Rio de Janeiro... Ana de Sousa!" A euforia foi triturada pelo ódio no rosto da sua mãe, Maria, que sibilou: "Isso deve estar errado!" A alegria virou cinzas quando Clara chorou, e Maria lançou-lhe um olhar venenoso. Dias depois, a carta oficial da escola chegou. Mas Ana não teve chance de abri-la. Escondida, ouviu a voz trêmula de Clara: "...tem certeza, mãe? E se descobrirem?" E, então, a de Maria: "Ninguém vai descobrir. Você merece isso, não ela. O convite agora está no seu nome." O sangue de Ana gelou. Elas falsificaram o documento. "O que vocês fizeram?" Ana gritou, a dor e a raiva rasgando sua garganta. A dor piorou quando Maria apontou para a porta: "Fora da minha casa! Eu não tenho mais filha! Vá viver sua vida vergonhosa longe daqui!" E para a vila, com fotos distorcidas: "Vejam! Vejam todos o tipo de filha que eu tenho! Ingrata! Tentei dar tudo para ela, e agora ela ataca a própria irmã por inveja!" Ana foi jogada na rua, com a humilhação queimando. Dias de fome, frio, e a reputação espalhada: "A filha da Maria? A desvergonhada? Não, obrigado." A música, antes sua salvação, virou corrente. Em um beco, após uma briga brutal, chutes, socos, sua cabeça no paralelepípedo. "Deixa ela aí. Já era." A escuridão a engoliu, seu último pensamento sobre o sonho roubado. Mas, de repente, uma luz forte. O sol do nordeste entrava pela janela do seu quarto. "Vamos, Ana, levanta! Hoje é o dia da formatura!" Ana piscou. Estava de volta. Uma risada insana escapou. Lágrimas de uma fúria fria. Desta vez, seria diferente. Desta vez, eles iriam pagar.”