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Traída, Humilhada, Libertada: O Recomeço

Capítulo 2 

Palavras: 870    |    Lançado em: 03/07/2025

ia seguinte, tentando agir co

avorito de Maria Antônia, e

isas andam tensas," ele co

ilmente, mantendo u

ansada,

ão de

ra você. Algo que você

a caixa de uma

amantes que ela havia admira

, seu coração

ntia apenas u

iva desesperada de comprar

caixa com um a

ada. É

de lado, sem sequer

esente para você," ela

Ricardo s

o? O

semana. No dia exato em que assinamo

onfuso com a condição,

amor. O que

pe pardo, lacrado. Dentr

icardo insistiu que eles prec

e barco, um de seus programas

a paisagem, contando piadas sem gra

lêncio na maior parte do tempo

cardo tocando quebrou

me "Leo" bri

r e depois para ela, o pâni

a chamada a

guntou, embora já s

ido. Vendedores.

r tocou

e n

e n

ia era enlo

do frio, desl

g!" ele praguejou, a v

bloqueado o número. Apenas rejeitado as

o contato. Ele só nã

calma, mas firme. "Ele não v

esentendido, mas seu corpo o traía. As mãos tremiam

o sou

arco era quas

ponder quando o motor do

tavam à

istração, foi até a casa de máq

ria Antônia viu outro barco se

a

lado, manobrando a la

o diretamente n

O!" ela

olhos arregalados de terror ao ver

tempo pa

to foi

a a lateral do barco, sua cabeça ba

guida por uma escur

rder a consciência foi o som de madeira

os olhos, sua v

parte. O barco del

nte no braço e viu um cort

rentemente ileso, olhando

chamou, a voz fra

ela, o rosto uma

u para o outro barco, onde Leo

salve! Eu n

era histérico

u a hesitação no

nto de

osa, sangran

ssivo que havia acabad

vor, meu braço..

á tinha tomad

e, sem uma segunda olhada, mer

omeçou a nadar em direção à costa, deixando M

em seu braço não era nada compa

apenas

aban

que, na lista de prioridades de R

redor, e a escuridão am

ais pura raiva e do mais profund

ia mor

ar a eles es

-

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Traída, Humilhada, Libertada: O Recomeço
Traída, Humilhada, Libertada: O Recomeço
“Era uma vez, a vida de Maria Antônia, uma renomada chef, parecia um prato perfeitamente executado por três anos de casamento. Até que um ingrediente indesejado, Leo, um artista obcecado, começou a azedar tudo. No nosso aniversário de casamento, Leo invadiu a festa de Ricardo, meu marido, e gritou ao microfone: "Você fala de amor, mas se prende a uma farsa. Essa mulher ao seu lado não te entende como eu." Fiquei chocada, mas confiava em Ricardo, afinal, ele odiava mentiras. Mas a confiança se despedaçou quando o encontrei no escritório, Leo de joelhos em seu colo, e Ricardo a acariciá-lo, gaguejando desculpas patéticas sobre uma "crise de ansiedade". Ele, que prometeu nunca ser como o pai infiel, tinha Léo estampado no pescoço. Uma noite, Ricardo me abandonou num barco afundando para salvar Leo, que havia nos atacado. Ele me deixou sangrando, e me viu recusar ajuda para ir atrás de Leo. A humilhação de vê-lo priorizar seu amante, aliás, a marca no pescoço dele, me fez sentir nojo de mim mesma. O choque final veio quando Léo invadiu meu quarto de hospital, ameaçando se matar se Ricardo não o escolhesse. E Ricardo o consolou, enquanto eu via as enfermeiras cochicharem: "Coitada da esposa. O marido se importa mais com o outro." A verdade amarga me atingiu: eu era a esposa enganada. Nenhuma dor foi maior do que a humilhação de ser a tola, a última a saber. Então, peguei minha mala, meu chip, meu passado e joguei tudo para trás. Liguei para Lucas, o maior rival de Ricardo nos negócios: "Lucas? É a Maria Antônia, esposa do Ricardo... Preciso acelerar um processo. Um processo de divórcio."”