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A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar

Capítulo 1 

Palavras: 773    |    Lançado em: 03/07/2025

mergulhada num silêncio pesado. O ar condicionado soprav

lhavam para os documentos sobre a mesa como se fossem sentenças de morte. A n

ame," disse o nosso advogado, com a voz bai

hos se vira

com a herdeira princ

o mais velho, visivelmente aliviado por não

os vender a Bethany!" A minha

émula. "Nunca! A Bethany é a nossa

Mas também via o desespero nos seus olhos. A empresa e

acei

stranhamente calma

ão!" gritou

da um deles. "Eu sei o que isto significa.

a confessar. O meu coração já estava parti

nossas famílias, os Hayes e os Gordon, iam finalmente ofici

ão. "Bethany, desculpa. A Raelyn passou mal subitam

sempre a mesma.

icar-se dentro de mim. "Está dec

costas. A dor nos meus olhos era seca, sem lágrimas. O corredo

o meu telemóvel to

a casa. O jantar de ontem foi um desastre, eu sei,

ça de quem nunca duvidou do no

em casa," respo

Estou a

o como sempre, segurando um ramo de

a que já era

tudo. "O médico disse que ela precisa de um ambiente estável. Depois de nos casarmos, vou arr

generosidade era como uma faca cega a cortar a minha alma. El

das sob as vinhas. Ele dizia que eu era o seu único sol, a su

ndo o irmão de

Leonel carregava uma dívida de vida. Trouxe Raelyn, entã

os meus interrompidos porque ela "se sentia sozinha". Viagens nossas cancelada

coloca a gratidão acima do amor

. Agora, a desilu

repeti, a voz sem emoção. "

os meus lábios. Eu ace

raçar-me. "Bethany, o que se passa? Estás com ciúmes? Não

ando-me. "Eu concordo com os

iado. "Eu sabia

a ganhar uma firmeza que o sur

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A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar
A Joia Quebrada Que Voltou a Brilhar
“A joalheria da minha família, um legado de gerações, estava à beira da falência. A única saída: uma fusão com o império Neame, com uma condição absurda. O Sr. Hugo Neame queria casar-se com a herdeira principal, Bethany Hayes, que sou eu. Enquanto o meu avô e a minha mãe protestavam, uma parte de mim sabia que tinha de aceitar. Mas havia outra razão para o meu 'sim': o meu coração já estava em frangalhos por Leonel, o meu noivo. Na véspera, ele faltou ao nosso jantar de noivado crucial para levar a "irmã" Raelyn ao hospital. Aquela desculpa, sempre a mesma, sempre a Raelyn. Decidida a aceitar o meu destino, voltei para casa e ele estava à minha espera, sorridente, com rosas. Ele não sabia que já era tarde demais. Poucos dias depois, fui à quinta dele para buscar as minhas coisas, ouvindo empregadas a comentar a generosidade de Leonel para com Raelyn – o quarto principal com vista para o rio, as ações de uma boutique. Quando entrei no meu estúdio, o anel de noivado que eu mesma desenhara estava em pedaços no chão. Raelyn estava sentada, a chorar, alegando ter escorregado. Mas a Sra. Almeida, a nossa governanta, acusou-a: "Foi ela! Eu vi-a destruir tudo!" Naquele exato instante, Leonel entrou. Raelyn viu-o e, num movimento rápido e deliberado, pegou num caco afiado e cortou o próprio braço. Leonel correu para ela, os olhos em mim cheios de uma falsa acusação: "Bethany! Como pudeste ser tão cruel?" Ele não me perguntou; acusou-me. A Sra. Almeida tentou defenderme: "Não foi a Menina Bethany! A Raelyn manipulou tudo!" Mas Leonel esmagou-me com o seu desprezo, e para provar a "inocência" dela, vestiu a camisa e aceitou levar cinquenta chicotadas às minhas mãos. A cada golpe, a verdade era uma facada no meu coração: ele, o homem que amei, escolhia-a sempre a ela. A sua cegueira, a sua devoção doentia. Será que ele nunca veria a verdade? E eu, conseguirei alguma vez ser livre deste amor que me destruiu?”