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Vingança Amarga: Meu Ex e Ela

Capítulo 1 

Palavras: 602    |    Lançado em: 03/07/2025

u, um espasmo tão violento que pen

one, dizendo que meus pais, incapazes de suportar a humilhação públ

ento, o mun

ficada", e o sonho olímpico que construímos com tanto sacrif

alhou. Eu mor

a, eu es

liar de magnésio e suor enchia minhas narinas. O

tremiam mais de fraqueza, mas est

á bem? Ficou pál

reocupação que agora me causava náuseas. Ao seu lado estava Pedro, m

na minha vida anterior. Os dois ro

spondi, minha v

onfirmou meu palpite impossível. Eu tinha re

que tud

de água "especial", insistindo que era para me dar energia. Pedro me distrairi

ta. O frasco seria encontrado. Um e-mail forjado, enviado do meu

a dor insuportável dos meus pais... t

ecer, se eu nã

s hoje", disse Ana, estendendo a mesma garrafa de água

terior, eu a peg

ez, eu

ebi o suficiente", f

haram, uma faísca de s

amanhã. É o dia mais importante da sua vida"

", repeti, olhando dire

u comportamento era anormal. Eu sempre fui

que vou para casa mais cedo hoje, precis

receu Ana rapidamente

tomar um ar fresco", recusei, forçando

r para trás, sentindo seus olhares de

i para a rua principal e acenei

ça?", pergunto

m me seguir. Eu não podia ir para lugar

ar público, com câm

ral, por favor. A que

, eu não seria a vítima. Eu iria pr

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Vingança Amarga: Meu Ex e Ela
Vingança Amarga: Meu Ex e Ela
“A dor aguda no meu peito me arrancou de um sono profundo. Lembro-me da voz fria do médico: meus pais, destruídos pela humilhação e perda de emprego, haviam falecido. Naquela vida, o mundo desabou: a "princesa da ginástica" virou "trapaceira desqualificada", e meu sonho olímpico, um pesadelo que devorou minha família. Meu coração falhou. Morri de desgosto. Mas, esperei... o cheiro familiar do ginásio, minhas mãos firmes. "Maria, você está bem? Ficou pálida de repente", disse Ana, minha "melhor amiga", com seu sorriso que agora me causava náuseas. Ao lado, Pedro, meu namorado e traidor. Os dois rostos em que mais confiei, os mesmos que me apunhalaram pelas costas. O celular confirmou o impensável: eu havia renascido um dia antes da seletiva olímpica, o dia em que tudo começou. Ana me ofereceu a mesma garrafa de água "especial" da minha memória, a armadilha deles. Desta vez, não hesitei. Recusei. Ana e Pedro se entreolharam, chocados. Essa Maria não era mais a dócil ingênua. "Estou com um pouco de náusea. Acho que vou para casa mais cedo", menti, fugindo dali. Eu não sabia para onde ir, mas sabia que não seria mais a vítima. Eu tinha um plano. Amanheceu na lan house, em meio a cheiro de salgadinhos e gritos de jogadores. Eu evadei a primeira armadilha do dopagem, mas e o resto? De repente, a tela piscou: "Escândalo no ENEM: vazam provas e polícia investiga esquema de fraude". Meu estômago gelou. Antes que eu pudesse entender, a luz caiu. Sirenes. As portas estouraram. Policiais armados. "Maria. Você está presa por fraude no exame nacional." Choque. Impossível. Meus pais, pálidos e desesperados, correram para me proteger. "O que está acontecendo? Soltem minha filha!", gritou meu pai. As pessoas cochichavam, me julgando. Minha mãe chorava. "Isso é impossível! A Maria é uma aluna exemplar!" "Filha... Você... você fez isso?", a dúvida nos olhos do meu pai me destruiu. "Não! Eu juro!", gritei, mas minha voz se perdeu. Fui arrastada enquanto o mundo me chamava de "lixo da sociedade". Pedi pelas câmeras da lan house, pelo álibi. Mas não havia nada. O sistema estava "queimado". Um policial mostrou: um pequeno adesivo de flor vermelha, do meu casaco. Era a marca deles. Então, Ana e Pedro entraram, encenando horror. Ana, com falsa angústia, "testemunhou" ter me visto com a flor no local da prova. A traição final. Eu estava presa na armadilha perfeita.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 12