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O Recomeço de Sofia

Capítulo 1 

Palavras: 1106    |    Lançado em: 03/07/2025

écimo copo de café

de rolar a te

Patrícia, uma colega de tra

çava pela cintura, a mão perigosamente perto demais. A legenda

i, mas o coraçãozinho vermelho

l

ike que ele

ossos sete anos de casados. Ele nunca curtia. Nunca com

trícia, ele

ter mais devagar, um baq

celular e olhei ao

stava

nha direção e depois desviando rapidamente quando eu as enc

era minha, mas que me consumia. Eu era a esposa enganad

ançavam na tela. A imagem do sorriso de Marcos para Patrícia estava gravada na minha me

asa tarde da no

minino que não era o meu

i, minha voz saindo mais

e afrouxou a gravata, so

atando de trabalhar naquele projeto novo, e eu t

foi tão natural que

r a ele, com a f

s parecem be

para irritação em um segundo. Ele pegou

agora? É só uma foto de colegas de tr

urte as fotos dela, elogia o trabalho dela na frente de todos. E

som seco e

ionária valiosa, é meu dever como chefe incentivá-la. Você está fazendo

a ascensão dele. Abandonei meu mestrado para que ele pudesse fazer o dele. Trabalhei em empregos med

erver, mas manti

Marcos. Se trata de respeito.

mão pelo cabe

te conversa amanhã. Eu prometo que vou dar mais atenção pra voc

s disso. Era a mesma promessa que ele fazi

e tocou nesse

a tela e seu ro

r. É importante

e ouvir fragmentos. "Não, tá tudo bem... ela só tá um pouco estres

meu olhar. A conversa tinha sido interromp

inte, o infer

a postagem de Patrícia no feed da empre

to longo e

"certas pessoas" interpretavam mal a amizade e o profissionalismo, e como a "insegurança alheia" estava tenta

veio em

t, um comentá

náveis. Como seu superior, garanto que nenhuma fofoca mal-intencionada irá

eclaração

usando sua posição de poder para me silenciar e me isolar. Os olhares n

rou. Era uma men

criar problemas. Se continuar com essa

sorriso frio surg

aiva. Apenas um vazio gelado

e e disquei o núme

Sofia. Acho que está na hor

lêncio, e depois uma voz calm

dor onde o post de Patrícia e o comentário de Marcos

osta para Marcos

O

u. Achou que er

rio. Era a minha

inha esquecido o nosso compromisso, mas, no processo, me fez l

oio dela, com a empresa,

com a minha

to tempo, eu senti que esta

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O Recomeço de Sofia
O Recomeço de Sofia
“Eu estava no meu décimo copo de café, o dedo rolando o feed do Instagram. Até que vi. Uma foto de Marcos, meu marido há sete anos, abraçando outra mulher, Patrícia, com um sorriso que ele não me dava há anos. O coraçãozinho dele ali, um 'like' que ele nunca me dava, foi um soco no estômago. Eu postava nossas viagens, jantares, sete anos de casamento... ele nunca curtia. Dizia que "não tinha tempo para besteiras". Mas para ela, ele tinha. O cheiro do perfume dela em suas roupas, a menção natural do nome dela... eu sabia. Quando confrontei Marcos, ele pegou o celular da minha mão e me acusou de paranóia. "Ciúmes porque ela é competente?", ele riu, zombando da mulher que sacrificou a carreira e os sonhos por ele. No dia seguinte, Patrícia postou uma indireta vitimista no feed da empresa. Marcos a defendeu publicamente, elogiando sua 'dedicação e talento', me humilhando e isolando. Uma mensagem dele chegou: "Se continuar com essa palhaçada, quem vai se dar mal é você." Foi a gota d'água. Eu não senti mais dor, nem raiva. Apenas um vazio gelado. Peguei o telefone. Liguei para o Dr. Almeida. "Sofia, você tem certeza?", ele perguntou. "Absoluta", respondi. Eu não estava mais lutando. Eu estava aceitando o fim. Semanas depois, a provocação final. Patrícia postou fotos, com a minha tradição de família, meu avental, ela na minha casa, com Marcos ao fundo. A legenda dizia que Marcos tinha ensinado a ela. Bloqueei a todos. Limpei minha vida digital. Com a passagem comprada e o documento do divórcio em mãos, fui buscar minhas últimas coisas. Ouvi a voz dos meus ex-sogros e de Marcos, difamando-me para Patrícia, chamando-me de "acomodada" e "sem ambição". Entrei. Eles ficaram chocados. Marcos, furioso: "O que você está fazendo aqui?" "Vim buscar minhas coisas", respondi, calma. Ele mandou eu ir embora, Patrícia agiu de vítima, ele e os pais dela se uniram e me atacaram. Então, joguei a certidão de divórcio na mesa. "Tarde demais. Já acabou. Oficialmente." O choque deles foi impagável. Marco pálido, Patrícia em pânico perguntando sobre o dinheiro. Marcos tentou se desculpar, chorando, usando nossas memórias, implorando para eu voltar. "Não", eu disse, "não quero nada mais com você." Patrícia tentou me empurrar, mas tropeçou e simulou uma queda, me acusando. Marcos e os pais dela me atacaram, chamando-me de "monstra", defendendo a "guerreira" Patrícia, a qual eu sabia ser uma farsante. Ninguém me impediu de ir embora. No aeroporto, recebi uma ligação. Era Marcos. Ele tinha me encontrado. Ele me deu um presente. Um vestido vermelho de veludo. Perfeito para Patrícia. Eu era alérgica a veludo e corantes vermelhos. "Você não me conhece, Marcos. Você nunca me conheceu." Fechei a porta. No avião, vi a foto dele com Patrícia no vestido. "Com quem realmente se importa. A vida segue." Eu não senti nada. Um ano depois, Marcos apareceu em meus pais, ajoelhado, lamentando a todo o custo. "Ela me roubou. Destruiu minha empresa. Eu te quero de volta." "Você não me quer de volta. Você quer a sua vida de volta. A vida confortável que eu te dava." Eu não o amava mais. Eu não sentia nada. Anos depois, ele apareceu na minha livraria em Portugal. Disse a ele a verdade. "Eu não penso mais em você, Marcos. Eu nem me lembro mais de como era te amar." Ele se foi. E eu estava livre.”
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