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O Preço da Traição Conjugal

Capítulo 4 

Palavras: 732    |    Lançado em: 03/07/2025

ram os mesmos sons que eu costumava ouvir em nossa própria casa, quando ele a trazia pa

de ouvido, aumentava o volume da música, qualquer

ntada na sala de estar dele como

va dentro de mim

e, os sons pararam. O silêncio desc

os soaram

mim. Seu cabelo estava uma bagunça sexy, e havia uma marca vermelha

um sorriso que não

e bom que você veio

ia nem um pou

estúpida e indesejada, atravessou meu peito. Era um resquício do amor que eu um

icardo tinha sido surpreendentemente gentil naquela época. Ele massageava meus pés

hegada da nossa filha o mudaria, que

ola e

as um breve interlúdio de cal

olsa rompida, as contrações me rasgando por dentro.

caminho",

nunca

a, apareceu. Seu rosto era uma

ho de Helena... ele caiu e bateu a cabeça. Ricardo teve q

u corpo se preparava para dar à luz. O homem que deveria

luz a Ali

não veio sozinho. Ele trouxe Helena e o filho dela c

mim. "Helena e o filho dela vão ficar conosco

para a nossa casa. E

au

presente. Ela estava me olhando, um

istante. Pensa

e, para meu horro

maravilhoso. Uma verdadeira celebração da

u braço par

me to

nstantaneamente. Era um talento qu

m que ser tão amarga? Eu só

abotoando a camisa, o cabelo ainda úmido do chuveir

" ele perguntou, a voz d

nada", respo

mente é perversa", ele rosnou. "Você vai

u disse

q

sua festa", re

resença alta e ameaçadora e

i. É uma

, o rosto a cen

o anel no dedo dela. Você vai assistir enquanto ela recebe o que

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O Preço da Traição Conjugal
O Preço da Traição Conjugal
“O cheiro de vômito e amendoim ainda pairava no ar quando Ricardo chegou em casa. Ele não olhou para nossa filha, Alice, pálida e com dificuldade para respirar no sofá, não. Ele olhou para mim, seus olhos frios e cheios de fúria. "O que você fez?" Minha voz nem saiu. Eu só tinha dado um biscoito a ela, um biscoito. A prima dele nos trouxe de presente, eu não vi o aviso de "contém traços de amendoim". Ele pegou Alice nos braços, e a fúria em seu rosto se transformou em puro desprezo. "Acidente? Você quase matou a minha filha." Ele me ignorou, ligou para a ambulância, e quando Alice se foi, ele me barrou. "Você fica. Limpe essa bagunça." Eu limpei. Esfreguei o vômito do tapete enquanto as palavras dele ecoavam: "Helena nunca faria isso. Você é inútil." Horas depois, Ricardo voltou. Sozinho. Ele se agachou, o cheiro de raiva emanando dele. "Agora você vai pagar pelo seu erro." Então ele apontou para a mancha no tapete, agora limpa, e me deu a ordem mais humilhante da minha vida. "Limpe. Com a sua boca." Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto a dor e a náusea me consumiam. Eu era um cachorro, obedecendo ao seu mestre cruel. Ele me soltou com um empurrão, e antes de sair com a amante, ele me deixou uma última ameaça: "Não me ligue a menos que a casa esteja pegando fogo." Duas semanas se passaram sem ver Alice. Duas semanas dele em uma praia ensolarada com Helena. Naquela noite, eu tomei uma decisão. Quando ele entrou pela porta, bronzeado e relaxado, eu o encarei. "Eu quero o divórcio, Ricardo. E cinquenta milhões. E a guarda total da Alice."”
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