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Amor e Ódio: O Recomeço

Capítulo 4 

Palavras: 762    |    Lançado em: 03/07/2025

pequeno e acolhedor que cheirava a bolo e lavanda. Era

fossem a única boia salva-vidas. Eu mal comia, mal dormia. Minha única meta era passar no vestibular para

a quieta, mas educada. Não falava sobre João ou Sof

tos, através de conversas ouvidas ou postagens n

oivos. Sofia e

tristeza. Era um alívio sombrio. O carma estava seguindo seu curso, apenas

um homem radiante, acariciando a barriga dela, olhando p

m o casament

eu também fi

dmissão para uma uni

assagem de av

ncidência. Era o dia do c

s. Eu os estava libertando da minha presença, da minha s

asamento, João apareceu

i parar o carro. Meu coração deu um sa

desconfortável e fora de lugar

, ele

di. Apenas fe

ma universidade em Portugal", el

, res

erguntou, e em sua voz havia uma ponta de... vaidade.

uito tempo, senti uma fagulha de raiva

não gira ao seu redor. Estou indo embora porque quero um futur

seu rosto fo

nsistiu. "Você ainda me ama

iso seco e

eu sentia por você. Você me humilhou, me maltratou. Você me

o se eu o tive

eçou, mas não en

estou magoada. Estou grata. Você me mostrou exatamente quem você

andar de volt

uiu. "Duda

broche de cabelo em forma de borboleta. Um presente que ele me deu no meu a

co mais suave, como se isso provasse algo.

Olhei pa

uei, caminhei até a lixeira no c

atendo no fundo do

hocado, e pela primeira vez, vi um lampejo de dor real em seus olhos. A dor de

lixo na minha nov

o a porta atrás de mim, deixando-o

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Amor e Ódio: O Recomeço
Amor e Ódio: O Recomeço
“Na minha vida passada, a casa do meu tio era meu refúgio e minha prisão. Eu o amava, um amor doentio e unilateral por Padre João, o homem que me criou. Trancada no porão por ele, implorei por ajuda enquanto meu corpo se contorcia em agonia. Sufocando no meu próprio sangue, eu o ouvia rir do outro lado da porta. "Você merece morrer", foram suas últimas palavras, ecoando enquanto a escuridão me engolia. Minha única falha? Ter engravidado dele na noite em que ele me pediu para ligar para seu verdadeiro amor, Sofia. Ele me forçou a casar, e Sofia, sequestrada, morreu enquanto ele estava ocupado se casando comigo. Fui um sacrifício no altar do ego e da hipocrisia. Morri, levando comigo a dor de um parto inacabado e a crueldade do homem que eu idolatrava. Mas, de repente, abri os olhos novamente. O ar estava pesado com um cheiro doce e enjoativo, o cheiro de uma poção do amor. Eu renasci, de volta ao dia em que ele foi drogado. Desta vez, não haveria amor, apenas uma sede fria por justiça. "Duda...", ele gemeu, a voz rouca. "Me ajude." "Ligue para ela", ele implorou, ofegante. "Ligue para a Sofia." A Maria Eduarda ingênua havia morrido no porão. E a nova Maria Eduarda não hesitaria. Peguei o celular dele, com a memória da dor gravada na alma. Os olhares de Sofia me dizendo que meu lugar era no lixo. A humilhação pública no jantar de noivado deles. João me dizendo que meu amor era nojento. Os sacos de lixo com meus pertences na calçada. Eu não era mais a "sobrinha querida", mas uma mulher que havia sido obliterada. E a dor dele, a arrogância dele no meu renascimento, me empurrava para frente. A Maria Eduarda boba e apaixonada havia desaparecido para sempre. Eu não precisava mais do lixo daquela vida. Bloqueei seu número. "Eu te amo, Duda. Eu acho que sempre te amei", ele sussurrou, a voz quebrada. As palavras que eu sonhava em ouvir, soavam como veneno. "Isso não é amor, é obsessão! Você está me assediando!", eu gritei. O homem que já fora o centro do meu mundo se desmoronou. "A pessoa que te amava está morta. Você a matou." E então, eu desliguei. O som do choro dele desaparecendo foi o som mais libertador. Eu estava, finalmente, e para sempre, livre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10