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Renascida: Um Novo Começo Sem Você

Capítulo 3 

Palavras: 881    |    Lançado em: 03/07/2025

de cauda no centro do salão, uma memória d

fez um comentário vulgar sobre a aparência dela. Ricardo não hesitou. Ele se levantou, agarrou o homem pelo colarinh

. E agora, quando um amigo dele me insultou da forma mais baixa

clareza dolorosa, o meu lugar no universo dele:

os. Todos os olhares no salão estavam em mim. Ricardo e seus amigos me obse

lássica e impressionante, minhas mãos começar

gentil comigo. Ele estava de bom humor naquele dia e me mostrou as notas com uma paciência surpreendente

era um ato de ironia. Er

em a emoção que eu costumava colocar em cada nota. Eu não olhava p

cio momentâneo, seguido por apl

. Em seu lugar, havia algo que eu não conseguia decifrar. Uma confusã

do seus amigos. Sua mão a

tá fazendo?" , ele murmur

etendo seus amigos" , respondi, pu

o, Maria Eduarda. P

ira que me ve

ou para longe do piano, para

vindo comi

a lugar nenhu

apertou. "

Abriu a porta do seu carro e me empurrou para dentro sem nenhuma delicade

onde algumas das minhas coisas ainda estavam, de visitas anteriores na minha outra vida. Abri

minha escova de dentes, meu per

os cheios de coisas e as coloq

, parado perto da porta,

s joguinhos? Está fazendo uma

Pela primeira vez, e

sas e saindo da sua vida. Para sempre. Eu não te amo mais. Eu

sua armadura de arrogância. Uma genuína incompree

e, o momento fo

ar dele

para a tel

ta para mim. Havia uma luta acontecendo dentro dele. Uma parte dele

venceu. Se

virando-se

que estava a caminho... Não, é claro que não é mais im

A urgência de ir ao encontro de

conversa" , ele disse, a

e sim. Nós tính

voz calma. "Ela e

lhar indecifrável e saiu,

eu não senti a dor da rej

m alívi

e eu carregava por duas vidas

m sequer entendeu que tin

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Renascida: Um Novo Começo Sem Você
Renascida: Um Novo Começo Sem Você
“Minha cabeça latejava, um martelo batendo em meu crânio, enquanto a luz do sol invadia o quarto de hotel desconhecido. Lá estava ele, Ricardo, impecável em seu terno caro, me olhando com desprezo, como se eu fosse um objeto indesejável. Sua voz, fria como mármore, sentenciou: "Não se faça de desentendida, Maria Eduarda. Você conseguiu o que queria." Ele zombou, acusando-me de persegui-lo e armar para um casamento forçado. A humilhação queimou em meu rosto, mas não por ele, e sim pela minha burrice de ter cedido. Ele propôs casamento como uma punição, afirmando que eu era a culpada. Isabela, o nome na tela de seu celular, virou seu rosto de frieza para a mais pura doçura, me ignorando por completo. A antiga Maria Eduarda teria chorado de alegria, agarrando-se a qualquer migalha. Mas eu, renascida, senti apenas nojo. "Não" , eu disse, a voz firme e clara. "Eu não vou me casar com você."”
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