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Despertar de Uma Mulher

Capítulo 2 

Palavras: 898    |    Lançado em: 03/07/2025

m salão enorme, cheio de gente rica fingindo se importar com alguma causa, enquanto exibiam suas joias e

para todos. Para o mundo, éramos o casal perfeito. Ele, o empresário de su

sussurrou no meu ouvido, sua voz soando s

ei um s

ada, qu

Caro, elegante, mas parecia uma fantasia. Nada al

peguei uma taça de champanhe e me afastei um pouco, observ

o, que gritava por atenção. Ela ria de algo que um homem dizia, jogando o cabelo para trás

rou com uma ousadia que me chocou, um pequeno sorriso

Respirei fundo, tentando manter a calma. Ma

grupo. Ela caminhou com uma confiança inabalável, para

ara o homem, mas seus olh

i o aperto de sua mão na minha cintu

?" , o homem, que parecia

a respondeu, seu olhar passando por mim de forma desdenh

ra íntima, carregada de um significa

pouco tensa. Ele tentou disfarçar, forçando um s

a mão para mim. A

a. Ouvi muito

ndo meu rosto inexpressivo.

a vacilou por

s. Em um momento, enquanto ele gesticulava para explicar algo, a mão dele roçou o braço dela. Não foi um aciden

u era estúpida. Qu

ufocada. Preci

bebida" , eu disse a Marcos

ê" , ele se oferec

isa. Eu me

mpanhe, minhas mãos tremendo levemente. Do outro lado do salão, eu podia vê-los. Marcos tinha se aproximado m

ara a varanda, precisando de ar. O ar frio

ança formal. Ele segurava a cintura dela com firmeza, seus corpos colados, movendo-se lentamente a

de desrespeito. Um

dos colegas de Marcos, me olhava e cochich

da da C

em a menor

. E ela ali, parada

é muito esperta, dep

tiam pena de mim. Elas se deliciava

ia dos braços dele. Queria expor a mentira deles pa

bandonar aquela farsa, quando uma voz alta

SENHORAS E

mônias no palco, com

úncio especia

m, parecendo irritados com a interrupção. O silêncio repentino no salão era ensurdecedo

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Despertar de Uma Mulher
“Minha casa estava silenciosa, exceto pelo zumbido da geladeira, uma paz rara enquanto Marcos estava fora em suas "reuniões de negócios" cada vez mais frequentes. Foi quando usei o notebook dele para enviar um e-mail urgente, que uma notificação de mensagem piscou, com um nome desconhecido: "Letícia". A curiosidade me dominou, e com um único clique, meu mundo começou a ruir: mensagens íntimas e fotos chocantes revelavam meses de traição, com ela rindo sarcasticamente através da tela. Cada palavra me afundava mais em um poço de náusea: "Você é incrível na cama, muito melhor que ela" , dizia uma mensagem dela, e pior ainda, "Ela nem desconfia. A cega não vê nada" , respondia Marcos. A palavra "cega" me atingiu como um golpe, lembrando os três anos que passei na escuridão após um acidente, quando ele me prometeu o mundo, mas agora zombava da minha condição. Ele me usou, financiado pela minha herança, enquanto vivia uma vida dupla, me vendo apenas como um caixa eletrônico e uma "tola" que sustentava seus luxos e sua amante. Quando ele chegou, sorrindo e exalando o perfume dela, eu o abracei, fingindo que nada havia mudado, mas por dentro, uma decisão gelada se formava, virando o jogo para sempre. Ele nem fazia ideia de que eu não era mais cega; eu via tudo com uma clareza dolorosa, e a vingança, nos meus termos, estava apenas começando.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10