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Divórcio: Seis Meses Depois

Capítulo 2 

Palavras: 571    |    Lançado em: 03/07/2025

or público em uma biblioteca para pesquisar. Horas de leitura em fóruns obscuros a levaram a um contato. Um nome, um número. Alguém que poderia criar uma nova identidade, apagar a antig

primentou com um sorriso. Um sorriso que não alcançav

", ele comentou, colocan

or dentro, cada célula do seu corpo gritava. Manter a calma na pre

ocou seu rosto. "Eu

ndo qualquer vestígio de culpa, mas não encontrou nada. Apenas a mesma falsa preocupação que ele pr

hora depois que ele saiu, ela pegou um táxi. Deu ao motorista o endereço de um dos restaurantes mais

ma mulher. A mulher era mais jovem, com cabelos loiros brilhantes e um sorriso que parecia permanentemente fixad

na Lúcia pôde imaginar as palavras. Promessas. As mesmas promessas que ele sussurrou para ela em noites escuras. O mundo pareceu inclinar-se, a visão turva por um

ram para sair. Quando passaram perto da vitrine do

izia em um tom baixo e conspiratório. "O médico foi muito claro. Precisamos ir com c

ndo qualquer resquício de amor ou tristeza que ainda pudesse existir. Ele não estava apenas a traindo. Ele estava usando sua suposta fragilidade como uma ar

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Divórcio: Seis Meses Depois
Divórcio: Seis Meses Depois
“O envelope pardo pousado na mesa da cozinha quebrou a rotina de Ana Lúcia. Dentro, um acordo de divórcio, assinado por Marcos, seu marido, datado de seis meses atrás. Seis meses de beijos, "bom dia" e noites na mesma cama, tudo uma farsa. A traição a atingiu como um golpe físico, roubando-lhe o ar e a memória das promessas de "nunca te deixarei". A vida que ela pensava ter era uma mentira cruel. Naquela noite, escondida na escuridão, Ana Lúcia ouviu a voz de Marcos sussurrando para Isabela: "Ela não suspeita de nada... O médico disse que o estado dela ainda é frágil, qualquer choque pode ser perigoso... Não, claro que não a amo. Ela é uma obrigação, um fardo que logo vou me livrar." A dor se transformou em uma fúria fria e cortante. Ela, um fardo frágil? Ele e a amante a subestimaram. Ana Lúcia não chorou, não rasgou o papel; com uma calma aterrorizante, guardou-o como uma declaração de guerra. Ela desapareceria, mas não como a vítima que ele imaginava. Ele a faria se arrepender de cada mentira, de cada toque falso, de cada palavra de amor envenenada, e a vingança seria sua única companhia.”