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Abandonada e Forte: A Luta Pelo Meu Filho

Capítulo 1 

Palavras: 405    |    Lançado em: 03/07/2025

ro, me abandonou, o céu de Lisboa

recém-nascido na incubadora, um pequeno ser tão

asceu prematuro e precis

telefone tocou du

tendeu, a sua voz estav

ueres, Sofia?

minha cunhada Laura, soou

ofia. Ela acabou de dar à luz,

ogro, o Sr. Almeida, s

, que está doente. Laura está com febre

a desinfetante do hospi

nasceu. Ele é prematur

utro lado da linha. Ap

mas soava distante, como se est

sair agora. O médico disse que

inha voz a tremer um

aura está doente! Ela não tem mais ninguém! Tu estás no hospital, os médic

nó na g

de ti aqui

rmã precisa de mim. Quando ela melhora

desl

one na minha mão.

incubadora. Para o meu

a escorrer pelo meu rosto

ava doente.

caixa de vidro, e para o pai del

ia. Completa

soube. O nosso cas

mais nad

feito a su

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Abandonada e Forte: A Luta Pelo Meu Filho
Abandonada e Forte: A Luta Pelo Meu Filho
“Na noite em que meu filho, Leo, nasceu prematuro, lutando pela vida na incubadora, meu marido, Pedro, me abandonou. Liguei para ele do hospital, implorando por sua presença, mas ele, com voz impaciente e a cumplicidade da cunhada Laura e do sogro Sr. Almeida, inventou uma febre de emergência para a irmã. A dor do parto ainda me consumia quando ele me disse para parar de ser egoísta e desligou, deixando-me sozinha com nosso filho em estado grave. Para piorar, seu pai, o Sr. Almeida, veio ao hospital para me humilhar, dizendo que eu não sabia me cuidar e que eu era um fardo, afirmando que meu filho não era importante, apenas a "imagem da família". Meu coração despedaçado virou gelo ao descobrir, através de um amigo, que a "doente" Laura estava, na verdade, passeando no shopping. Pedro nem se importou em inventar uma mentira crível para me descartar, e seu sogro me confrontou, exigindo que eu deixasse Pedro em paz para cuidar de sua "verdadeira família". Eu era um inconveniente, um estorvo. Como eles se atreviam? Naquele momento, enquanto meu filho lutava pela vida e eu era descartada como lixo, uma fúria gélida me consumiu. Então, com a pouca força que me restava, declarei: "Eu quero o divórcio!" e assinei a abdicação dele para nosso filho, pensando que finalmente estaríamos livres daquela família. Mas eles voltaram. Duas semanas depois, recebi uma notificação: o Sr. Almeida e Laura estavam me processando pela custódia de Leo, alegando que eu era uma mãe instável. Eles queriam meu filho de volta – não por amor, mas como um "herdeiro" para o legado dos Almeida. Mas eles não faziam ideia do que me tornaram. Com a ajuda inesperada de um amigo e de uma advogada feroz, decidi que era hora de revidar. Pelo meu filho, eu desmascararia a hipocrisia deles e mostraria que um coração de mãe é mais forte que qualquer dinheiro ou falsidade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10