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Quando a Amiga Vira Inimiga: Uma História de Vingança

Capítulo 1 

Palavras: 820    |    Lançado em: 03/07/2025

u as minhas narinas, e uma dor aguda no meu abdómen l

eo, não estava

mostrava dezenas de chamadas não atendidas e mensagen

sem re

as escadas. Gráv

ser levada para a sala de operações: "Leo, o n

a-se ido, e ele ai

to era quase tão má como a do me

mpo antes de ele atender, com a v

ora, Sofia? E

era fria,

nosso

s lágrimas que eu seg

e. "A minha mãe já me contou. É uma pena, mas e

com isso? Eu per

ntei, a minha voz e

ndo, ouvi uma voz femi

a minha febre ainda não baixou.

A minha "me

ão parou po

stás co

aiou de febre alta hoje, eu tive que a trazer para o hospi

ra a tua mulher, a carregar o t

as, Leo. Eu ligue

fraca e óbvia. "Olha, a Eva está muito doente. Não posso deixá

prestes a

u da minha boca antes que eu pudess

utro lado da li

sua raiv

de uma amiga doente? Sofia, para de ser tão egoísta! A Eva p

filho mor

le gritou. "Mas a vida continua! Não podes es

desl

tei ligar de volta, mas a chamada foi dire

rga escapou do

le chamou-

paço que antes continha todas as minhas esperan

ogra, a Dona Isabel, entrou, com uma e

querida, com

ao meu lado, m

erguntei, embora já

dele, a Eva. Coitadinha, tão doente. Mas ele mando

estivesse preocup

" repeti, a minha voz

ntaneamente. A máscara de simpati

bebé, é uma tragédia, mas não é o fim do

minha barriga c

a duvidado que conseguisses levar uma

ela era diret

ntar de nov

o o meu filho? Achas que vais encontrar melhor? Ele é

ar a tua mulher grávida depois de um aci

o rosto para a janela, olhan

inha. Complet

me sentir assustada, senti uma

me prendia a ele. Agora, es

is nada para

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Quando a Amiga Vira Inimiga: Uma História de Vingança
Quando a Amiga Vira Inimiga: Uma História de Vingança
“Acordei no hospital, o cheiro a desinfetante misturado com a dor aguda no meu abdómen. O meu bebé tinha-se ido. O nosso filho de oito meses. Onde estava o Leo, o meu marido? Nenhum sinal dele. O meu telemóvel mostrava dezenas de chamadas não atendidas. Ele atendeu finalmente, a voz fria e impaciente: "O que foi agora, Sofia? Estou exausto." "O nosso bebé..." A minha voz falhou. Ele interrompeu-me: "Eu sei. É uma pena, mas estas coisas acontecem. Não te stresses com isso." Stress? Eu perdi o nosso filho! Então, ouvi uma voz feminina familiar ao fundo: "Leo, querido, podes trazer-me um cobertor?" Era a Eva, a minha "melhor amiga". Ele estava com ela, no hospital, enquanto eu estava sozinha, a sangrar e a perder o nosso filho. Ele chamou-me egoísta. Disse que a vida continua. Desligou. Bloqueou-me. A dor de ver a minha barriga vazia foi substituída por uma raiva fria. Quando encontrei o brinco dela na nossa cama, percebi a extensão da traição. A minha sogra, Dona Isabel, ainda tentou manipular-me, chamando-me de "frágil" e "dramática". Mas a Eva, semanas depois de defender o Leo ao telefone, ligou-me implorando-me para não me divorciar dele, revelando a sua própria hipocrisia. Senti uma estranha sensação de liberdade. Chega. "Divórcio," disse eu. "O meu advogado entrará em contacto com ele." A guerra tinha começado, e eu não ia perder.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10