icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Prova da Negligência: O Abandono do Meu Marido

Capítulo 3 

Palavras: 526    |    Lançado em: 03/07/2025

alta. O Pedro apareceu

ntecido. Sorria, carregava as mal

anjo. E adivinha? Acho que el

espera que eu partilha

da na cadeira de rodas que a en

no banco de trás comigo, segurando a Eva. O Pedro c

azuis penduradas no quarto do bebé. Eram de u

iso orgulhoso. "A minha mãe ajudou-me a

e na beira da cama. O meu corpo ainda estava fraco,

xpressão finalmente a mudar de um

desde que saímos do hospital. Pensei que ficarias

. "A família que quase não tive porque o meu mar

hocado por eu ter

á ultrapassa isso. Tu estás bem, n

e uma força que eu não sabia que tinha. "Eu estava a m

ou. "Não sabia o que fazer! E e

ar a Eva como desculpa par

am no ar entre nós

o seu verdadeiro eu, sem máscaras. Não havia cha

l. Depois de tudo o

eto? Isso é o mínimo que se espera. Mas quando chegou a hora de fazer um

Ele apenas me encarava,

o divórc

se, um s

s de ter uma filha. Vais deitar tudo a

Foi uma escolha. E tu esc

a minha mala. As minhas mãos tremiam

evar a minha filha comigo. E

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Prova da Negligência: O Abandono do Meu Marido
A Prova da Negligência: O Abandono do Meu Marido
“Quando o médico me disse que precisava de uma transfusão de sangue de emergência, o meu marido, Pedro, estava ao telefone como se nada fosse, discutindo a cor das cortinas do quarto do bebé. A voz dele era impaciente, mas com um carinho que raramente me mostrava. Eu estava ali, a esvair-me em sangue, com a hemorragia pós-parto a não parar. Acontece que o meu tipo de sangue era raro, e só Pedro era compatível. Ele tinha o poder de me salvar. Mas quando lhe pediram para doar, ele riu-se, disse que tinha pavor de agulhas e que estava exausto. Até me acusou de ser dramática, perguntando por que é que eu não podia ter tido um parto normal como toda a gente. Depois, virou costas e foi ver a nossa filha, Eva, deixando-me à beira da morte. Enquanto a minha vida (e a do nosso casamento) se esvaía, uma enfermeira apareceu com uma bolsa de sangue. Alguém doou, mas não foi ele, o homem que jurei amar e que me tinha prometido um futuro juntos. Ele nem sequer me perguntou se eu ia sobreviver. A minha mãe entrou no quarto, os olhos vermelhos, e disse-me que, lá fora, Pedro se gabava da Eva ser parecida com ele, sem uma única preocupação comigo. Como é que alguém podia ser tão frio? Tão egoísta? Ele preferiu deixar-me morrer a enfrentar uma agulha! Que tipo de homem era este, que via a sua esposa à beira da morte e se preocupava apenas com a cor de umas cortinas e com o seu próprio conforto? Nesse momento, decidi. Iria sobreviver, por mim e pela minha filha. E o meu primeiro passo seria pedir o divórcio, custasse o que custasse.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10