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Casada com o homem que eu odeio

Capítulo 3 Capitulo três

Palavras: 1461    |    Lançado em: 03/07/2025

Albuqu

e muito irritada. João não conseguia dormir, não sentia mais dor, nem reclamava. Quando saí de casa, ele resmungou algum

da estava acordado e a

ntou interessado e demorei um p

sabia que tinha uma ruga

a - João tinha tanto cuidado para não incomodar os outros que deix

ínio inteiro – minha voz soou áspera – Rav

amente acont

hecia melhor do que ninguém. Houve silêncio entre sua pergunta e minha resposta, enquan

bros ao me lembrar daquele rapaz arrogante – esper

você est

aquele encontro no fundo da minha memória – é hora de você dormir. Não que

fou, parecendo irritado só de lembrar

sorriso tranquilizador – amanh

mentos daquela noite, nem me lembrar das festas de Ravi ou de s

ele não iria acordar tão cedo. Corri para o banheiro para tomar um banho e me preparar para o trabalho. Eu queria estar pronta antes de Maria chegar. Entrei na cozin

nto pendurava sua bolsa gasta no baten

ercepção de tempo de Maria. Não era nem v

a com pressa de falar – e ontem à noite houve um

Coei o café e o cheiro

isso - ele voltava de um trabalho de entrega quando foi a

ma xícara de café, sem esper

mente tão

um gole – fez uma cirurgia

ela e lembrei que precisava beber

bebeu mais uma vez –

to assustada e pen

desejo rápidas melhoras ao seu vizinho e que

eu café. Pôs o copo no lava-louças e pareceu regres

erminar meu café rápido – e, por causa dos aconteci

ra fe

um longo gole e olhei para ela –

tarefa impossível – diss

uei meu casaco e peguei m

s dois rapazes na porta de sua casa. Nenhum deles parecia com o homem da noite anterior. Suspirei aliviada. Mas Ravi parecia preocupado. Ele não me not

ais e paredes construídas de tijolos marrons. Localizava-se em uma rua isolada das demais na zona oeste de Curitiba. Mas o ambiente era familiar para mim. Tirei as chaves da bolsa e atravessei o longo jardim em frente à residência. Na janel

s costas dele, enquanto me abaixava pa

eus dentes eram quase todos de leite. E

café da manhã?

a esperand

as dois anos. Nenhum parente próximo queria ficar com ele. Agora, aos seis anos, o

brei a ele – e só então tomarei

evantei-me ainda olh

refeitório e estarei

casa baronial de sucesso. A capela permaneceu intocada desde a sua construção. De todos os cômodos daquela casa, esse era o meu preferido. Eu não era catól

a capela, a irmã Adelina entrou apressada no ambiente. Ao meu lado, com aquel

para ela com os olhos arregalados – um homem condenad

cê ace

não muito agradável – só mantemos o orfanato graças a doaç

noso em um

disse nada sobr

pervisão do rapaz – ele me inform

era um insulto – Já estou cuidando das

ando disso – disse – vai

as.

ão – você é bem pago pelo se

com que chegara. Desabei no banco atrás de mim e perguntei qual era o

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Casada com o homem que eu odeio
Casada com o homem que eu odeio
“Jonathan Campos é o herdeiro rebelde de um império milionário. Após se envolver em um grave acidente de trânsito durante uma corrida clandestina, ele vê sua liberdade e herança por um fio. Para evitar a prisão e conquistar o perdão do pai, Jonathan aceita uma proposta inesperada: casar-se com Letícia Albuquerque. Letícia cresceu em um orfanato e hoje trabalha nele com dedicação e amor. Seu pai adotivo, gravemente doente, precisa de um tratamento caríssimo para sobreviver - algo que ela jamais poderia bancar sozinha. Quando surge a proposta de um casamento de fachada com o homem que ela despreza desde o primeiro encontro, Letícia vê nisso uma única saída. Unidos por obrigação, cercados por desconfiança e ressentimentos, Letícia e Jonathan são forçados a conviver sob o mesmo teto e trabalhar juntos no orfanato, como parte da pena imposta a ele. Mas conforme o tempo passa, o que era apenas um acordo começa a desmoronar diante de sentimentos que nenhum dos dois esperava enfrentar. Em meio a conflitos, segredos e aproximações perigosas, esse contrato improvável pode ser justamente o que trará redenção a ele, salvação para ela... e esperança para todos que ainda acreditam no amor.”